Kaylia Nemour se torna primeira medalhista olímpica africana na ginástica
Atleta argelina conquistou o ouro nas barras assimétricas
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Gabriel Sponton
Atleta teve 15.700 de pontuação, garantindo o ouro nas barras assimétricas | AP Photo/Charlie Riedel
A argelina Kaylia Nemour se tornou a primeira ginasta africana a subir no pódio em uma Olimpíada na história. A atleta conquistou a medalha de ouro nas barras assimétricas na manhã deste domingo (3).
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Nemour, de apenas 17 anos, teve uma das melhores apresentações já vistas na história do aparelho, com uma nota de 15.700, desbancando a chinesa Qiu Qiyuan e a norte-americana Sunisa Lee, medalhistas de prata e bronze respectivamente.
Para ficar na história
A ginasta, filha de mãe francesa e de pai argelino, passou por uma cirurgia nos dois joelhos em 2021, impedindo que ela praticasse a modalidade.
Em 2022, Nemour foi autorizada por seu médico a voltar à ginástica, mas a Federação Francesa não autorizou o retorno da atleta ao esporte, além de exigir que ela passasse a treinar junto da equipe nacional em Paris. Contudo, Kaylia preferiu continuar em seu clube.
Após o rompimento com a França, Nemour pediu a mudança de nacionalidade, assumindo a origem argelina do pai. Por sua vez, a Federação Francesa de Ginástica recusou a troca. Com a negativa francesa, a ginasta teve que esperar um ano para defender a Argélia.
Logo após conquistar a medalha de ouro nas barras assimétricas, Kaylia Nemour exibiu a bandeira argelina para o público na Arena Bercy, que vibrou junto da ginasta.
Kaylia Nemour se torna primeira medalhista olímpica africana na ginásticaAtleta argelina conquistou o ouro nas barras assimétricasOlimpíada2024-08-04T17:45:47.170ZA argelina Kaylia Nemour se tornou a primeira ginasta africana a subir no pódio em uma Olimpíada na história. A atleta conquistou a medalha de ouro nas barras assimétricas na manhã deste domingo (3). Nemour, de apenas 17 anos, teve uma das melhores apresentações já vistas na história do aparelho, com uma nota de 15.700, desbancando a chinesa Qiu Qiyuan e a norte-americana Sunisa Lee, medalhistas de prata e bronze respectivamente. Para ficar na história A ginasta, filha de mãe francesa e de pai argelino, passou por uma cirurgia nos dois joelhos em 2021, impedindo que ela praticasse a modalidade. Em 2022, Nemour foi autorizada por seu médico a voltar à ginástica, mas a Federação Francesa não autorizou o retorno da atleta ao esporte, além de exigir que ela passasse a treinar junto da equipe nacional em Paris. Contudo, Kaylia preferiu continuar em seu clube. Após o rompimento com a França, Nemour pediu a mudança de nacionalidade, assumindo a origem argelina do pai. Por sua vez, a Federação Francesa de Ginástica recusou a troca. Com a negativa francesa, a ginasta teve que esperar um ano para defender a Argélia. Logo após conquistar a medalha de ouro nas barras assimétricas, Kaylia Nemour exibiu a bandeira argelina para o público na Arena Bercy, que vibrou junto da ginasta.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/olimpiada/kaylia-nemour-se-torna-primeira-medalhista-olimpica-africana-na-ginastica
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