Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
O pedido ocorre dois dias após Zelenskyy se reunir com Donald Trump na Flórida, nos EUA. A Casa Branca afirmou que os detalhes da proposta ainda estão em análise.
Zelensky defende a presença militar dos EUA para impedir um novo ataque de Vladimir Putin caso um cessar-fogo permanente ou acordo de paz seja assinado. Segundo ele, a garantia de segurança de 50 anos é uma condição central para avançar nas negociações com Moscou.
O governo americano não confirmou o envio de tropas, mas Trump declarou que o tema segue em discussão interna. Segundo informações apuradas, o ambiente diplomático ainda é de cautela, principalmente após a Rússia sinalizar que o conflito permanece ativo.
Rússia dá sinais de escalada militar
Após acusações de tentativa de ataque à casa de Putin, o governo russo anunciou o posicionamento de mísseis com capacidade nuclear em Belarus, país aliado de Moscou que faz fronteira com a Ucrânia e com nações da Otan.
A Otan, aliança militar da qual os EUA fazem parte, tem como regra que um ataque contra qualquer país do grupo deve ser respondido coletivamente pelos demais membros.
Odessa e a região vizinha mais ampla abrigam os portos do Mar Negro, que são cruciais para o comércio exterior da Ucrânia e para a sobrevivência de sua economia em tempos de guerra.
Envolvimento dos EUA
A possível presença militar americana na Ucrânia reacende o debate sobre envolvimento direto dos EUA na guerra, que hoje ocorre principalmente por meio de apoio financeiro, armamentos e assistência estratégica.
Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que o pedido pode influenciar as negociações de paz, mas também elevar tensões com aliados russos e países da Otan.
Zelensky pede tropas dos EUA na Ucrânia após encontro com Trump na FlóridaPresidente ucraniano busca garantia de segurança de 50 anos e defende presença militar americana em eventual acordo de paz com a RússiaMundo2025-12-30T22:35:05.984ZO presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, solicitou que tropas dos Estados Unidos sejam enviadas ao país como parte de um . O pedido ocorre dois dias após Zelenskyy se reunir com Donald Trump na Flórida, nos EUA. A Casa Branca afirmou que os detalhes da proposta ainda estão em análise. + Zelensky defende a presença militar dos EUA para impedir um novo ataque de Vladimir Putin caso um cessar-fogo permanente ou acordo de paz seja assinado. Segundo ele, a garantia de segurança de 50 anos é uma condição central para avançar nas negociações com Moscou. O governo americano não confirmou o envio de tropas, mas Trump declarou que o tema segue em discussão interna. Segundo informações apuradas, o ambiente diplomático ainda é de cautela, principalmente após a Rússia sinalizar que o conflito permanece ativo. Rússia dá sinais de escalada militar Após acusações de , o governo russo anunciou o posicionamento de mísseis com capacidade nuclear em Belarus, país aliado de Moscou que faz fronteira com a Ucrânia e com nações da Otan. A Otan, aliança militar da qual os EUA fazem parte, tem como regra que um ataque contra qualquer país do grupo deve ser respondido coletivamente pelos demais membros. + Nesta terça-feira (30), , nesta terça-feira (30), danificando um navio civil e instalações nos portos de Pivdennyi e Chornomorsk, no Mar Negro Odessa e a região vizinha mais ampla abrigam os portos do Mar Negro, que são cruciais para o comércio exterior da Ucrânia e para a sobrevivência de sua economia em tempos de guerra. Envolvimento dos EUA A possível presença militar americana na Ucrânia reacende o debate sobre envolvimento direto dos EUA na guerra, que hoje ocorre principalmente por meio de apoio financeiro, armamentos e assistência estratégica. Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que o pedido pode influenciar as negociações de paz, mas também elevar tensões com aliados russos e países da Otan.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/zelensky-pede-tropas-dos-eua-na-ucrania-apos-encontro-com-trump-na-florida
Racismo: ex-premiê da Espanha ataca seleção francesa
Mariano Rajoy, ex-primeiro-ministro da Espanha, disse que a seleção francesa não tem “franceses”; fala gerou reação de autoridades e atletas antes da semifinal