Presença de Trump reforça segurança em final da Copa
Centenas de jornalistas, artistas e voluntários esperaram em filas caóticas por até três horas
Reuters
19/07/2026, 18:41 • Atualizado em 19/07/2026, 19:21
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Estádio de Nova York-Nova Jersey na final da Copa do Mundo 2026 | Foto: REUTERS/Carlos Barria
Após quase seis semanas de feitos heróicos e decepções, emoções e reviravoltas, calor, chuva e discussões, o estádio de Nova York-Nova Jersey se preparava neste domingo (19) para sediar o evento culminante da Copa do Mundo — a final entre a Espanha, em busca de seu segundo título mundial, e a Argentina, defendendo seu título no que espera ser o coroamento da brilhante carreira de Lionel Messi.
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Os temores quanto à qualidade do ar se dissiparam junto com a espessa camada de fumaça que cobria a região há dias, resultado dos incêndios florestais no Canadá. O calor das últimas semanas também diminuiu, e um céu limpo e um dia lindo receberam a multidão em East Rutherford, Nova Jersey.
A presença esperada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na partida acrescentou camadas extras de segurança ao maior evento esportivo do mundo. Centenas de jornalistas, artistas e voluntários esperaram em filas caóticas por até três horas, enquanto agentes do Serviço Secreto, com detectores de metais, revistavam os participantes. Para os torcedores, a entrada foi mais rápida, mas eles enfrentaram longas filas dentro do estádio para comprar comida e produtos oficiais.
Vestidos com as tradicionais cores azul e branca da Argentina ou vermelho e amarelo da Espanha, os torcedores iam chegando aos poucos ao estádio horas antes do início da partida, com uma “cerimônia de encerramento” pré-jogo apresentada por Post Malone e Tom Cruise.
Toque dos EUA
A cerimônia de encerramento também conta com a cantora norte-americana Jennifer Hudson interpretando o hino nacional dos EUA e o tenor Christopher Macchio cantando “America the Beautiful”, dando um toque distintamente norte-americano ao evento, que, pela primeira vez desde a primeira Copa do Mundo em 1930, terá duas seleções de língua espanhola na final.
O torneio adotou várias tradições norte-americanas — não sem controvérsia —, incluindo paradas para “hidratação” no meio de cada tempo, que as emissoras têm aproveitado para veicular mais comerciais, e anéis de campeão para os vencedores.
Mais uma novidade está prevista para a final deste domingo: um show no intervalo repleto de estrelas, com as cantoras pop Madonna e Shakira, adicionado à programação no estilo do Super Bowl. Isso deve prolongar o intervalo habitual de 15 minutos para pelo menos 20 minutos, e talvez até meia hora.
Apesar dos preços dos ingressos chegarem a milhares de dólares, os visitantes se mostraram dispostos a pagar para assistir ao confronto intergeracional entre duas das maiores potências do futebol.
Dezenas de portadores de ingressos, na esperança de conseguir lembranças únicas na vida, fizeram fila nos quiosques de produtos oficiais, onde camisas estavam à venda por US$130.
"Eu estava na final de 2010 na África do Sul, quando a Espanha venceu a outra Copa do Mundo”, disse Dxema Azcarate, vestindo uma camisa da Espanha e com a bandeira do país pintada na bochecha. “Não tenho certeza se terei essa oportunidade pela terceira vez na vida.”
Presença de Trump reforça segurança em final da Copa Centenas de jornalistas, artistas e voluntários esperaram em filas caóticas por até três horasMundo2026-07-19T18:41:17.824ZApós quase seis semanas de feitos heróicos e decepções, emoções e reviravoltas, calor, chuva e discussões, o estádio de Nova York-Nova Jersey se preparava neste domingo (19) para sediar o evento culminante da Copa do Mundo — a final entre a Espanha, em busca de seu segundo título mundial, e a Argentina, defendendo seu título no que espera ser o coroamento da brilhante carreira de Lionel Messi. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Os temores quanto à qualidade do ar se dissiparam junto com a espessa camada de fumaça que cobria a região há dias, resultado dos . O calor das últimas semanas também diminuiu, e um céu limpo e um dia lindo receberam a multidão em East Rutherford, Nova Jersey. A presença esperada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na partida acrescentou camadas extras de segurança ao maior evento esportivo do mundo. Centenas de jornalistas, artistas e voluntários esperaram em filas caóticas por até três horas, enquanto agentes do Serviço Secreto, com detectores de metais, revistavam os participantes. Para os torcedores, a entrada foi mais rápida, mas eles enfrentaram longas filas dentro do estádio para comprar comida e produtos oficiais. Vestidos com as tradicionais cores azul e branca da Argentina ou vermelho e amarelo da Espanha, os torcedores iam chegando aos poucos ao estádio horas antes do início da partida, com uma “cerimônia de encerramento” pré-jogo apresentada por Post Malone e Tom Cruise. Toque dos EUA A cerimônia de encerramento também conta com a cantora norte-americana Jennifer Hudson interpretando o hino nacional dos EUA e o tenor Christopher Macchio cantando “America the Beautiful”, dando um toque distintamente norte-americano ao evento, que, pela primeira vez desde a primeira Copa do Mundo em 1930, terá duas seleções de língua espanhola na final. O torneio adotou várias tradições norte-americanas — não sem controvérsia —, incluindo paradas para “hidratação” no meio de cada tempo, que as emissoras têm aproveitado para veicular mais comerciais, e anéis de campeão para os vencedores. Mais uma novidade está prevista para a final deste domingo: um show no intervalo repleto de estrelas, com as cantoras pop Madonna e Shakira, adicionado à programação no estilo do Super Bowl. Isso deve prolongar o intervalo habitual de 15 minutos para pelo menos 20 minutos, e talvez até meia hora. Apesar dos preços dos ingressos chegarem a milhares de dólares, os visitantes se mostraram dispostos a pagar para assistir ao confronto intergeracional entre duas das maiores potências do futebol. Dezenas de portadores de ingressos, na esperança de conseguir lembranças únicas na vida, fizeram fila nos quiosques de produtos oficiais, onde camisas estavam à venda por US$130. "Eu estava na final de 2010 na África do Sul, quando a Espanha venceu a outra Copa do Mundo”, disse Dxema Azcarate, vestindo uma camisa da Espanha e com a bandeira do país pintada na bochecha. “Não tenho certeza se terei essa oportunidade pela terceira vez na vida.”São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/presenca-de-trump-reforca-seguranca-em-final-da-copa