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Pré-candidato à presidência da Colômbia baleado tem leve melhora neurológica, diz novo boletim médico

A equipe médica informou que, caso a evolução clínica continue, novos exames serão feitos nos próximos dias

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Miguel Uribe Turbay | Reprodução/Instagram

O senador e pré-candidato à presidência da Colômbia, Miguel Uribe Turbay, apresentou uma “leve diminuição da sua pressão intracraniana”, segundo o novo boletim médico divulgado pela Fundação Santa Fé de Bogotá nesta sexta-feira (13). Ele continua internado em estado crítico na UTI, com monitoramentos hemodinâmico e neurológico contínuo.

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De acordo com a equipe médica, caso a evolução clínica continue, será realizado um novo exame de imagem cerebral nos próximos dias para avaliar mudanças no quadro.

Veja o comunicado:

Boletim médico emitido pela Fundação Santa Fé de Bogotá
Boletim médico emitido pela Fundação Santa Fé de Bogotá

Ataque a tiros

Miguel Uribe, do partido de direita Centro Democrático, participava de um ato de campanha em uma praça em Bogotá, quando foi baleado pelas costas no sábado (7).

O principal suspeito de ser o autor dos disparos é um adolescente, que foi apreendido. Câmeras de segurança da região flagraram a tentativa de fuga do jovem, que atirou contra a equipe que escoltava o pré-candidato à presidência.

Nas redes sociais, foram compartilhadas imagens que mostram um dos homens do grupo de Uribe segurando a arma que seria do autor, segundo informou o jornal El Tiempo. No vídeo, o adolescente disse aos seguranças que "vai dar os números" ao ser questionado sobre quem seria o suposto mandante dos disparos.

O governo colombiano, liderado por Gustavo Petro, repudiou o ataque, classificando-o como um ato de violência contra “a integridade pessoal do senador, mas também contra a democracia, a liberdade de pensamento e o exercício legítimo da política na Colômbia”. Em nota, pediu uma investigação “rigorosa” para identificar e processar os responsáveis.

O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, declarou que determinou o uso total dos recursos das Forças Armadas, Polícia e órgãos de inteligência para apurar o caso. O governo também ofereceu recompensa por informações que levem aos envolvidos no crime.

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