Condenado pelo assassinato de um casal no Paraná, João Guilherme Correa estava foragido desde 2025 e foi localizado após alerta da Interpol
SBT News
29/06/2026, 22:07 • Atualizado em 29/06/2026, 22:07
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João Guilherme Correa é apontado como líder de uma organização neonazista | Reprodução
O brasileiro João Guilherme Correa, apontado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) como um dos líderes da organização neonazista internacional Hammerskin Nation, foi preso na Itália após mais de um ano foragido.
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Condenado a 35 anos de prisão pelo assassinato de um casal no Paraná, ele havia fugido do Brasil dias antes do julgamento. A prisão representa um avanço na busca por justiça, 17 anos após o crime que chocou o país.
Segundo as investigações, Correa deixou o Brasil rumo à Europa antes de ser levado a julgamento. Mesmo ausente da sessão do Tribunal do Júri, foi condenado pelo duplo homicídio juntamente com os demais envolvidos.
Após a fuga, a Interpol emitiu um alerta vermelho contra o condenado. Ele foi localizado e preso pelas autoridades italianas na região de Pavia. Agora, a Justiça da Itália analisará o pedido de extradição para que ele seja transferido ao Brasil e cumpra a pena.
Crime ocorreu após festa em homenagem a Hitler
João Guilherme Correa foi condenado pelo assassinato de Bernardo Pedroso, de 24 anos, e Renata Ferreira, de 21, mortos em 2009, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o casal participou de uma festa organizada para marcar o aniversário de Adolf Hitler. As investigações apontaram que vítimas e acusados integravam grupos de orientação neonazista e que o crime foi motivado por uma disputa interna pela liderança da organização.
Além de Correa, outro integrante do grupo também foi condenado por participação no duplo homicídio.
Apologia ao nazismo é crime no Brasil
A legislação brasileira considera crime fabricar, comercializar, distribuir ou divulgar símbolos, emblemas, ornamentos ou propaganda que promovam o nazismo.
A prática é prevista na Lei nº 7.716/1989, que trata dos crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, e pode resultar em pena de reclusão. O caso reforça o combate das autoridades à atuação de grupos extremistas e organizações neonazistas no país.
Neonazista brasileiro foragido é preso na ItáliaCondenado pelo assassinato de um casal no Paraná, João Guilherme Correa estava foragido desde 2025 e foi localizado após alerta da InterpolMundo2026-06-29T22:07:05.369ZO brasileiro João Guilherme Correa, apontado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) como um dos líderes da organização neonazista internacional Hammerskin Nation, foi preso na Itália após mais de um ano foragido. Condenado a 35 anos de prisão pelo assassinato de um casal no Paraná, ele havia fugido do Brasil dias antes do julgamento. A prisão representa um avanço na busca por justiça, 17 anos após o crime que chocou o país. Segundo as investigações, Correa deixou o Brasil rumo à Europa antes de ser levado a julgamento. Mesmo ausente da sessão do Tribunal do Júri, foi condenado pelo duplo homicídio juntamente com os demais envolvidos. Após a fuga, a Interpol emitiu um alerta vermelho contra o condenado. Ele foi localizado e preso pelas autoridades italianas na região de Pavia. Agora, a Justiça da Itália analisará o pedido de extradição para que ele seja transferido ao Brasil e cumpra a pena. Crime ocorreu após festa em homenagem a Hitler João Guilherme Correa foi condenado pelo assassinato de Bernardo Pedroso, de 24 anos, e Renata Ferreira, de 21, mortos em 2009, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. De acordo com a denúncia do Ministério Público, o casal participou de uma festa organizada para marcar o aniversário de Adolf Hitler. As investigações apontaram que vítimas e acusados integravam grupos de orientação neonazista e que o crime foi motivado por uma disputa interna pela liderança da organização. Além de Correa, outro integrante do grupo também foi condenado por participação no duplo homicídio. Apologia ao nazismo é crime no Brasil A legislação brasileira considera crime fabricar, comercializar, distribuir ou divulgar símbolos, emblemas, ornamentos ou propaganda que promovam o nazismo. A prática é prevista na Lei nº 7.716/1989, que trata dos crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, e pode resultar em pena de reclusão. O caso reforça o combate das autoridades à atuação de grupos extremistas e organizações neonazistas no país. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/neonazista-brasileiro-foragido-e-preso-na-italia
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