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“Não devemos ter medo da agenda energética, nem dos Estados Unidos, nem do resto do mundo”, diz Delcy Rodríguez

Em discurso à trabalhadores de estatal, a presidente interina defendeu parcerias internacionais para explorar reservas no país

Imagem da noticia “Não devemos ter medo da agenda energética, nem dos Estados Unidos, nem do resto do mundo”, diz Delcy Rodríguez
Delcy Rodríguez em discurso para trabalhadores na estatal PDVSA | Reprodução TV Governamental Venezuelana

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou neste domingo (25) que o país não deve temer a agenda energética mundial para expandir a produção e atrair investimentos para o setor de petróleo e gás. A fala foi feita durante um evento com trabalhadores do setor petrolífero na refinaria Puerto La Cruz da estatal PDVSA, no estado de Anzoátegui, leste da Venezuela.

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"Estamos na vanguarda econômica e social da Venezuela, e agora cabe a nós nos tornarmos o país com as maiores reservas de petróleo do mundo e as maiores reservas de gás deste hemisfério. Cabe a nós nos tornarmos uma verdadeira potência produtora de petróleo e gás. Não devemos ter medo da agenda energética, nem dos Estados Unidos, nem do resto dos países do mundo", afirmou Rodríguez.

A interina também apoiou as mudanças propostas na estrutura de hidrocarbonetos da Venezuela para aumentar a produtividade e atrair "grandes quantidades de investimento nacional e internacional" para desenvolver as reservas.

"O que desejamos é que todos os modelos bem-sucedidos da Lei Antibloqueio sejam agora incorporados à Lei Orgânica dos Hidrocarbonetos para expandir ainda mais nossa produtividade e receber grandes volumes de investimento nacional e internacional. Que os esforços da Venezuela sejam acompanhados pelas capacidades nacionais e internacionais para desenvolver nossas reservas."

Na quinta-feira(22), a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou a proposta de reforma em votação inicial sendo necessária uma segunda votação para a aprovação final.

A proposta criaria um novo modelo contratual que permitiria a empresas estrangeiras e locais operar campos de petróleo, comercializar a produção e receber lucros das vendas, mesmo atuando como sócias minoritárias da estatal petrolífera PDVSA.

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