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Membros do Conselho de Paz prometeram mais de US$5 bi para Gaza, diz Trump

Projeto prevê reconstrução da Faixa de Gaza e criação de força policial no território palestino, mas enfrenta resistência de potências europeias e da ONU

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Destroços de prédios e escombros tomam as ruas após bombardeios em Gaza. Estruturas residenciais foram severamente danificadas pelos ataques israelenses no fim de semana, deixando dezenas de mortos e feridos, segundo autoridades locais | Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (15) que membros do recém criado Conselho de Paz se comprometeram a doar US$5 bilhões para reforços humanitários e para a reconstrução da Faixa de Gaza.

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A primeira reunião oficial do Conselho de Paz deverá acontecer na próxima quinta-feira (19), segundo Trump. Delegações de mais 20 países, além de chefes de estado devem participar desta conversa.

Em sua rede social, Trump afirmou que os países membros do conselho se comprometeram a disponibilizar milhares de funcionários para força de estabilização autorizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e também para a criação de uma polícia em território palestino.

O Conselho de Paz foi criado por Donald Trump para tratar de conflitos globais, com foco inicial no conflito na Faixa de Gaza. A princípio os países que participam do grupo são aliados ao governo Trump. Porém grandes potências da Europa demonstram resistência à ideia, pois acreditam que a medida enfraquece o papel da ONU.

A criação do grupo faz parte do acordo de paz entre Israel e o grupo Hamas em outubro de 2025. A proposta, divulgada pela Casa Branca no fim de setembro, prevê a Faixa de Gaza como uma zona livre de grupos armados e sob a administração de um governo de transição, formado por um comitê palestino tecnocrático e apolítico, supervisionado pelo conselho.

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