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Governo dos EUA proíbe seus funcionários na China de se relacionarem sexualmente com locais

Política entrou em vigor em janeiro deste ano, pouco antes da posse do presidente Donald Trump

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Algumas agências dos Estados Unidos já tinham regras rígidas sobre relações amorosas, numa política geral de "não-fraternização" | Reprodução
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O governo dos Estados Unidos proibiu que funcionários americanos na China mantenham qualquer relação romântica ou sexual com cidadãos chineses. A informação foi revelada pela Associated Press (AP). Segundo a agência, a medida também vale para familiares dos funcionários e contratados com autorizações de segurança.

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Segundo a reportagem, algumas agências dos Estados Unidos já tinham regras rígidas sobre relações amorosas, numa política geral de "não-fraternização".

Contudo, uma versão mais restrita dessa medida foi adotada em julho do ano passado, proibindo funcionários de manterem "relações românticas e sexuais" com cidadãos chineses que trabalhassem nos escritórios do governo norte-americano ou em qualquer outra função de apoio na Embaixada.

A versão revelada pela agência foi implementada em janeiro deste ano, poucos dias antes da posse do presidente Donald Trump, pelo então embaixador dos EUA no país, Nicholas Burns.

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Duas das fontes que conhecem a proibição disseram à AP que a nova política foi discutida pela primeira vez em julho do ano passado, após membros do Congresso entrarem em contato com Burns para expressar preocupações de que as restrições existentes não eram rigorosas o suficiente.

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