A França decidiu, de última hora, transferir uma reunião com os ministros das Relações Exteriores do G7 de Marselha para Paris em meio a onda de protestos que toma o país. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (5) pela agência de notícias Reuters, que teve acesso a um email enviado pelas autoridades francesas e ouviu três diplomatas a par do assunto.
🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui.
“Essa mudança se deve principalmente a razões logísticas e operacionais. A programação do G7 e do Fórum de Paz de Paris em um prazo muito apertado exige uma mobilização significativa de recursos humanos, equipamentos, segurança, hospedagem e transporte para as delegações”, diz a mensagem.
Apesar do local ter sido alterado, a data de início da reunião está mantida. Ela vai acontecer nos dias 9 e 10 de novembro. Além da França, o encontro deve contar com a participação de representantes de Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos, bem como a União Europeia.
As forças de segurança francesas têm enfrentado dificuldades para conter o movimento que teve início com protestos estudantis em setembro e escalou para manifestações mais amplas. Novos atos ocorreram nessa quinta-feira, em cidades como Paris, Marselha, Lyon e Nantes.
Na capital, estudantes bloquearam escolas e marcharam pelas ruas. Atos semelhantes ocorreram em Marselha. “Concretamente, [estamos pedindo] que invistam em todos os serviços públicos, não apenas na educação, porque os hospitais estão se deteriorando, as escolas estão se deteriorando”, disse um estudante de 17 anos.
Em Lyon, houve confrontos entre manifestantes e a polícia, que tentou conter a multidão com gás lacrimogênio. Os protestos e greves de funcionários públicos que tomam o país foram convocados por sindicatos, que pedem melhorias nos serviços públicos, na educação e no custo de vida.
Os distúrbios ocorrem em um momento no qual o governo francês tem dificuldade para fechar as contas. Eles também acontecem apenas cinco meses antes de uma eleição presidencial que poderá colocar a candidata de extrema-direita Marine Le Pen contra o rival de extrema-esquerda Jean-Luc Mélenchon em um segundo turno. Macron, que está cumprindo seu segundo mandato, não pode se candidatar novamente.
França muda local de reunião do G7 em meio a protestosEncontro entre ministros das Relações Exteriores do grupo foi transferido de Marselha para ParisMundo2026-11-05T13:55:57.161ZA França decidiu, de última hora, transferir uma reunião com os ministros das Relações Exteriores do G7 de Marselha para Paris em meio a onda de protestos que toma o país. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (5) pela agência de notícias Reuters, que teve acesso a um email enviado pelas autoridades francesas e ouviu três diplomatas a par do assunto. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! “Essa mudança se deve principalmente a razões logísticas e operacionais. A programação do G7 e do Fórum de Paz de Paris em um prazo muito apertado exige uma mobilização significativa de recursos humanos, equipamentos, segurança, hospedagem e transporte para as delegações”, diz a mensagem. Apesar do local ter sido alterado, a data de início da reunião está mantida. Ela vai acontecer nos dias 9 e 10 de novembro. Além da França, o encontro deve contar com a participação de representantes de Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos, bem como a União Europeia. As forças de segurança francesas têm enfrentado dificuldades para conter o movimento que teve início com protestos estudantis em setembro e escalou para manifestações mais amplas. Novos atos ocorreram nessa quinta-feira, em cidades como Paris, Marselha, Lyon e Nantes. Na capital, estudantes bloquearam escolas e marcharam pelas ruas. Atos semelhantes ocorreram em Marselha. “Concretamente, [estamos pedindo] que invistam em todos os serviços públicos, não apenas na educação, porque os hospitais estão se deteriorando, as escolas estão se deteriorando”, disse um estudante de 17 anos. Em Lyon, houve confrontos entre manifestantes e a polícia, que tentou conter a multidão com gás lacrimogênio. Os protestos e greves de funcionários públicos que tomam o país foram convocados por sindicatos, que pedem melhorias nos serviços públicos, na educação e no custo de vida. Os distúrbios ocorrem em um momento no qual o governo francês tem dificuldade para fechar as contas. Eles também acontecem apenas cinco meses antes de uma eleição presidencial que poderá colocar a candidata de extrema-direita Marine Le Pen contra o rival de extrema-esquerda Jean-Luc Mélenchon em um segundo turno. Macron, que está cumprindo seu segundo mandato, não pode se candidatar novamente.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/franca-muda-local-de-reuniao-do-g7-em-meio-a-protestos
Ministro Durigan diz que parte do dinheiro das apostas migrou para o comércio; MP define como será a cobrança sobre bebidas, cigarros e veículos em 2027
Operação da Polícia Civil mira três suspeitos de Minas Gerais que usavam o perfil "Ruiva On Line" para cobrar pagamentos por encontros que nunca aconteciam
Após o Banco Central interromper cinco cortes seguidos, ministro defende revisão de gastos e benefícios para que o governo volte a ter superávit em 2027
Oitiva ocorreria em outubro, mas foi adiada em duas oportunidades; pastor evangélico é considerado operador do esquema do Master e integrante do grupo "A Turma"