Europa e Japão se juntam a Trump para reabrir Ormuz após disparada no petróleo
Declaração conjunta expressou preocupação com alastramento da guerra e ataques do Irã a instalações civis e de energia no Golfo Pérsico
SBT News, com informações da Reuters
Navio navega perto do Estreito de Ormuz | Foto: Reuters/Stringer
Depois do alastramento da guerra no Oriente Médio e a forte oscilação que levou o petróleo Brent a superar os US$ 117 pela manhã, países da Europa e o Japão decidiram nesta quinta-feira (19) se juntar ao presidente dos EUA, Donald Trump, no esforço para abrir o Estreito de Ormuz. A faixa de água está bloqueada pelo Irã e afeta diretamente o fluxo de 20% de todo petróleo e gás liquefeito global.
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Durante a madrugada, a Guarda Revolucionária do Irã escalou o conflito e lançou mísseis e drones contra instalações de energia em países do Golfo Pérsico. Os ataques foram uma retaliação ao bombardeio realizado por Israel contra o campo de gás South Pars, no Irã, no dia anterior. O campo representa a maior fonte de energia doméstica do país persa.
Até então, os alvos iranianos no Golfo eram bases militares dos Estados Unidos. Depois do ataque em South Pars, a Guarda Revolucionária mudou a mira para refinarias de petróleo e produtoras de gás, começando pelo Catar.
Mapa mostra o Estreito de Ormuz | Foto: Arte/SBT
Bombardeios também foram observados no Kuwait, onde um drone atingiu a refinaria de petróleo Mina Al-Ahmadi, uma das maiores do Oriente Médio, provocando um pequeno incêndio. Na Arábia Saudita, um drone caiu na refinaria Samref, da gigante petrolífera Saudi Aramco, no porto de Yanbu. Segundo o Ministério da Defesa, um míssil lançado ao mesmo local foi interceptado.
Em declaração conjunta, os governos do Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão condenaram os ataques às infraestruturas e embarcações civis e cobraram o cumprimento de leis internacionais sobre liberdade de navegação.
“Manifestamos nossa disposição em contribuir com os esforços necessários para garantir a passagem segura pelo Estreito. Saudamos o compromisso das nações que estão se empenhando no planejamento preparatório", disseram os países em nota.
Europa e Japão se juntam a Trump para reabrir Ormuz após disparada no petróleoDeclaração conjunta expressou preocupação com alastramento da guerra e ataques do Irã a instalações civis e de energia no Golfo PérsicoMundo2026-03-19T17:52:02.951ZDepois do alastramento da guerra no Oriente Médio e a forte oscilação que levou o petróleo Brent a superar os US$ 117 pela manhã, países da Europa e o Japão decidiram nesta quinta-feira (19) se juntar ao presidente dos EUA, Donald Trump, no esforço para abrir o Estreito de Ormuz. A faixa de água está bloqueada pelo Irã e afeta diretamente o fluxo de 20% de todo petróleo e gás liquefeito global. Durante a madrugada, a Guarda Revolucionária do Irã escalou o conflito e . Os ataques foram uma retaliação ao bombardeio realizado por Israel contra o campo de gás South Pars, no Irã, no dia anterior. O campo representa a maior fonte de energia doméstica do país persa. Até então, os alvos iranianos no Golfo eram bases militares dos Estados Unidos. Depois do ataque em South Pars, a Guarda Revolucionária mudou a mira para refinarias de petróleo e produtoras de gás, começando pelo Catar. Bombardeios também foram observados no Kuwait, onde um drone atingiu a refinaria de petróleo Mina Al-Ahmadi, uma das maiores do Oriente Médio, provocando um pequeno incêndio. Na Arábia Saudita, um drone caiu na refinaria Samref, da gigante petrolífera Saudi Aramco, no porto de Yanbu. Segundo o Ministério da Defesa, um míssil lançado ao mesmo local foi interceptado. Em os governos do Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão condenaram os ataques às infraestruturas e embarcações civis e cobraram o cumprimento de leis internacionais sobre liberdade de navegação. “Manifestamos nossa disposição em contribuir com os esforços necessários para garantir a passagem segura pelo Estreito. Saudamos o compromisso das nações que estão se empenhando no planejamento preparatório", disseram os países em nota. O anúncio marca uma escalada no conflito iniciado em 28 de fevereiro e muda a rota da postura europeia até então. a se juntar às manobras para reabrir o canal, mas recebia em resposta um vago compromisso de apoio. Na quarta (17), os EUA . Esse tipo de armamento é projetado para atravessar materiais muito resistentes, como concreto espesso, aço, solo compactado ou estruturas reforçadas, e ao em vez de detonar ao impacto, penetram primeiro e só depois explodem dentro do alvo. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/europa-e-japao-se-juntam-a-trump-para-abrir-ormuz-apos-disparada-no-petroleo
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