EUA negam plano de derrubar regime iraniano após bombardeios em instalações nucleares
Pentágono disse que ataques visaram alvos estratégicos e não o governo do Irã; operação envolveu mais de 125 aeronaves e 75 armas de precisão
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Emanuelle Menezes
22/06/2025, 13:21 • Atualizado em 22/06/2025, 17:29
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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou à imprensa neste domingo (22) que os ataques a três instalações nucleares no Irã não tinham como objetivo promover uma mudança de regime no país.
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"Esta missão não foi e não é sobre mudança de regime", declarou Hegseth em entrevista após a ofensiva, que atingiu alvos estratégicos nas cidades de Fordow, Natanz e Isfahan.
A operação, batizada de "Martelo da Meia-Noite", foi uma das mais complexas já realizadas pelos EUA, disse o Pentágono. De acordo com o general da Força Aérea Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, os Estados Unidos utilizaram 75 armas de precisão no ataque, e mais de 125 aeronaves militares participaram da ação – incluindo bombardeiros B-2, marcando a maior operação do tipo com esse modelo na história americana.
Caine destacou ainda que os sistemas de defesa terra-ar do Irã não detectaram a ofensiva, o que garantiu o elemento surpresa durante toda a operação. "As análises iniciais indicam que todos os três locais sofreram danos e destruição extremos", afirmou o general.
Apesar da magnitude do ataque, o Pentágono reforçou que os Estados Unidos "não buscam a guerra". Segundo Hegseth, os alvos não incluíam tropas iranianas nem civis, em uma tentativa de evitar retaliações diretas contra interesses americanos na região.
O episódio eleva a tensão entre Washington e Teerã, mas autoridades americanas insistem que a ação foi limitada e com foco específico em desativar ameaças nucleares – e não em interferir diretamente na liderança política iraniana.
*com informações da Associated Press
EUA negam plano de derrubar regime iraniano após bombardeios em instalações nuclearesPentágono disse que ataques visaram alvos estratégicos e não o governo do Irã; operação envolveu mais de 125 aeronaves e 75 armas de precisãoMundo2025-06-22T13:21:31.680ZO secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou à imprensa neste domingo (22) que os não tinham como objetivo promover uma mudança de regime no país. "Esta missão não foi e não é sobre mudança de regime", declarou Hegseth em entrevista após a ofensiva, que atingiu alvos estratégicos nas cidades de Fordow, Natanz e Isfahan. A operação, batizada de "Martelo da Meia-Noite", foi uma das mais complexas já realizadas pelos EUA, disse o Pentágono. De acordo com o general da Força Aérea Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, os Estados Unidos utilizaram 75 armas de precisão no ataque, e mais de 125 aeronaves militares participaram da ação – incluindo bombardeiros B-2, marcando a maior operação do tipo com esse modelo na história americana. Caine destacou ainda que os sistemas de defesa terra-ar do Irã não detectaram a ofensiva, o que garantiu o elemento surpresa durante toda a operação. "As análises iniciais indicam que todos os três locais sofreram danos e destruição extremos", afirmou o general. Apesar da magnitude do ataque, o Pentágono reforçou que os Estados Unidos "não buscam a guerra". Segundo Hegseth, os alvos não incluíam tropas iranianas nem civis, em uma tentativa de evitar retaliações diretas contra interesses americanos na região. O episódio eleva a tensão entre Washington e Teerã, mas autoridades americanas insistem que a ação foi limitada e com foco específico em desativar ameaças nucleares – e não em interferir diretamente na liderança política iraniana. *com informações da Associated Press São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/eua-nega-plano-de-derrubar-regime-iraniano-apos-bombardeios-em-instalacoes-nucleares