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Economia da China deve avançar 4,8% no 1º tri de 2026

Para 2026, é esperada uma redução do PIB de 5,0% para 4,6%

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Paulo Holland
Yuan: banco central tenta conter valorização da moeda chinesa | Thomas Ruecker/Getty Images

Yuan: banco central tenta conter valorização da moeda chinesa | Thomas Ruecker/Getty Images

Pesquisa da Reuters, divulgada nesta segunda-feira (13), aponta que as exportações devem dar sobrevida à economia chinesa no primeiro trimestre de 2026, que tende a avançar 4,8% na comparação com o mesmo período de 2025 (+4,5%).

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Já para o segundo trimestre, é esperado um crescimento de 4,7% na comparação com o segundo trimestre de 2025, fechando 2026 em 4,6%, um recuo de 0,4% ante 2025 (5,0%). Ainda assim, o crescimento está em linha com a estimativa oficial, na faixa entre 4,5% e 5,0%.

A China ainda não sofreu impactos significativos do conflito entre Irã e Estados Unidos, mas os efeitos do petróleo já começam a ser observados. Os preços de fábrica do país asiático subiram pela primeira vez em três anos, reduzindo as já apertadas margens das empresas.

Neste cenário, as exportações poderão ser afetadas caso o conflito se arraste e prejudique a economia global, pondera o documento.

"Mas, ao contrário de muitos outros países importadores líquidos de petróleo, que enfrentam interrupções na produção devido à escassez de energia e ao espaço restrito para políticas em meio à inflação elevada, a China está mais bem posicionada”, acrescenta.

O PIB chinês do primeiro trimestre deve ser divulgado nesta semana pelo governo local. Na comparação com o trimestre anterior, a projeção é de +1,3%.

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