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COI bane mulheres trans das Olimpíadas femininas e retoma teste genético

Nova regra vale para Los Angeles 2028, restringe participação ao sexo biológico e pode atingir atletas com variações de desenvolvimento sexual

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A atleta trans bielorrussa Aryna Sabalenka | Foto: reprodução/Reuters

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou nesta quinta-feira(26) uma nova política que restringe a participação em competições femininas dos Jogos Olímpicos a atletas do sexo biológico feminino, com elegibilidade definida por um teste genético único.

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Com a mudança, mulheres transgênero ficam excluídas das disputas femininas. A decisão foi aprovada pelo COI e passa a valer a partir dos Jogos de Los Angeles, em 2028.

Em comunicado, a entidade confirmou a reintrodução de testes para determinação do sexo biológico como critério de elegibilidade.

A medida também pode impactar atletas com diferenças no desenvolvimento sexual (DSD), que apresentam variações hormonais ou características biológicas de ambos os sexos.

Segundo o COI, a política está alinhada a diretrizes adotadas nos Estados Unidos, incluindo uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump sobre a participação em esportes femininos.

Apesar da restrição, o comitê afirma que a regra é específica para a categoria feminina dos Jogos Olímpicos e reforça que o acesso ao esporte deve ser garantido a todos.

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