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Em um discurso de quase 30 minutos na Casa Branca, na quinta-feira (16), Trump voltou a afirmar que a China interferiu nas eleições de 2020, embora as agências de inteligência dos EUA não tenham encontrado evidências que sustentem essa alegação. O presidente também citou documentos desclassificados para defender que o sistema eleitoral americano não é confiável.
Durante uma coletiva de imprensa em Pequim, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, classificou as acusações como infundadas e reiterou que a China não interfere nos assuntos internos de outros países.
"As alegações dos EUA não têm fundamento factual e visam difamar a China. A China adere ao princípio da não intervenção nos assuntos internos de outros países, não temos interesse em interferir nas eleições americanas e nunca o fizemos", afirmou.
Lin também pediu que os Estados Unidos deixem de usar a China como tema do debate político interno.
"Instamos os EUA a refletirem sobre suas próprias ações, a cessarem a difamação contra a China, a pararem de fazer da China um tema central em suas próprias eleições e a adotarem medidas que favoreçam as relações sino-americanas", disse.
China diz não ter interesse em interferir na eleição dos EUAGoverno chinês afirmou que acusações de Trump não têm fundamento e pede que os EUA deixem de usar o país no debate político internoMundo2026-07-17T10:07:50.528ZA China afirmou nesta sexta-feira (17) que não tem interesse em interferir nas eleições dos Estados Unidos. A declaração foi feita depois que o presidente americano, 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Em um discurso de quase 30 minutos na Casa Branca, na quinta-feira (16), , embora as agências de inteligência dos EUA não tenham encontrado evidências que sustentem essa alegação. O presidente também citou documentos desclassificados para defender que o sistema eleitoral americano não é confiável. Durante uma coletiva de imprensa em Pequim, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, classificou as acusações como infundadas e reiterou que a China não interfere nos assuntos internos de outros países. "As alegações dos EUA não têm fundamento factual e visam difamar a China. A China adere ao princípio da não intervenção nos assuntos internos de outros países, não temos interesse em interferir nas eleições americanas e nunca o fizemos", afirmou. Lin também pediu que os Estados Unidos deixem de usar a China como tema do debate político interno. "Instamos os EUA a refletirem sobre suas próprias ações, a cessarem a difamação contra a China, a pararem de fazer da China um tema central em suas próprias eleições e a adotarem medidas que favoreçam as relações sino-americanas", disse. +São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/china-diz-nao-ter-interesse-em-interferir-na-eleicao-dos-eua
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