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Diretor da Organização Mundial da Saúde defende direito ao aborto

Tedros Adhanom reforçou que ilegalidade não reduz o número de procedimentos

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Segundo monitoramento da OMS, abortos clandestinos causam cerca de 39 mil mortes por ano em todo o mundo | Flickr
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O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, fez uma publicação, nesta 4ª feira (4.mai), defendendo o direito ao aborto. Apesar de não citar nomes, a declaração acontece em meio a repercussão do vazamento de um documento da Suprema Corte dos Estados Unidos, que sugere impôr a ilegalidade do procedimento no país.

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"As mulheres devem sempre ter o direito de escolher quando se trata de seus corpos e sua saúde. Restringir o acesso ao abordo não reduz o número de procedimentos - leva mulheres e meninas a realizar procedimentos inseguros. O acesso ao aborto seguro salva vidas", escreveu Tedros, ressaltando a importância de facilitar a prestação de informações e serviços contraceptivos para o grupo.

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Segundo monitoramento da OMS, os abortos clandestinos causam cerca de 39 mil mortes por ano em todo o mundo e fazem com que milhões de mulheres sejam hospitalizadas por complicações. A maioria dos óbitos se concentram nos países de baixa renda, sendo mais de 60% na África e 30% na Ásia.

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