Trump concederá o último "perdão ao peru" do seu governo
Tradição de 'salvar' uma ave começou com Richard Nixon e foi reestabelecido com George H. W. Bush, em 1989

Perus
Este ano, os candidatos são Corn (à esquerda) e Cob. A tradição manda que apenas uma ave é salva pelo perdão presidencial, mas há precedentes para que os dois perus sejam poupados. O atual presidente Donald Trump, inclusive, já concedeu o perdão duplo em 2018, quando ordenou que os dois fossem enviados a uma fazenda no estado da Virgínia. Já em 2019, apenas uma ave foi escolhida, embora a outra também tenha sido salva.
A cerimônia de "perdão ao peru" acontecerá nesta 4ª-feira (25.nov), no jardim da Casa Branca. Será a primeira aparição pública de Trump após autorizar a transição para o democrata Joe Biden, apesar de ainda não ter reconhecido a derrota nas urnas. O presidente estará ao lado da primeira-dama Melania Trump.
A tradição de perdoar um peru começou com o presidente Richard Nixon e foi retomada com o presidente George H. W. Bush em 1989, salvando uma ave de 22 quilos, mas histórias de perus poupados remontam à época da presidente de Abraham Lincoln.
Até a cerimônia, as duas aves ficarão hospedadas no Willard Hotel, um tradicional hotel que fica a 6 minutos a pé da Casa Branca cuja diária não sai por menos de R$ 1.200.














