"A vacina não pode ser propriedade do país do laboratório que a encontrou ou de um grupo de países aliados para isso (...) A vacina é patrimônio da humanidade, de toda a humanidade, é universal; por que a saúde dos nossos povos, como nos ensina a pandemia, é patrimônio comum, pertence ao bem comum e esse deve ser o critério", afirmou Francisco.
Em mensagem dirigida à Pontifícia Academia das Ciências, o papa também falou sobre distribuição do medicamento, especialmente aos mais pobres
"Quando as vacinas estiverem disponíveis, devemos assegurar o acesso justo a elas independentemente da renda, sempre começando pelos últimos", destacou.