Gilmar Mendes pede que julgamento sobre quebra de sigilo de amiga de Lulinha vá para sessão aberta
Sessão virtual fechada teve início com o pedido de Mendes, nesta sexta-feira (13)
Basília Rodrigues
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, apresentou destaque para levar o julgamento sobre a quebra de sigilo de Roberta Luchsinger para sessão aberta no plenário. A empresária é amiga de Fábio Lula da Silva, o Lulinha.
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A sessão virtual fechada teve início com o pedido de Mendes, nesta sexta-feira (13). O pedido do ministro decano pode repercutir na análise do caso de Lulinha.
Interlocutores do ministro afirmam que o decano entende que diante da repercussão do assunto, o caso necessita ser tratado em sessão presencial e aberta.
Roberta teve os sigilos quebrados pela CPMI do INSS, mas recorreu ao STF. O ministro Flávio Dino é relator do caso.
Dino votou contra a quebra de sigilos por entender que a CPMI tomou a decisão em votação de requerimentos em grupo, mas deveria ter individualizado a questão. O ministro aplicou o mesmo entendimento no pedido de Lulinha contra a quebra de sigilos dele.
A pedido do ministro, o caso de Roberta Luchsinger foi a julgamento em sessão virtual. Há expectativa de que os pedidos de Lulinha e de outras pessoas que se queixaram da mesma votação da CPMI também vá para plenário aberto.
Gilmar Mendes pede que julgamento sobre quebra de sigilo de amiga de Lulinha vá para sessão abertaSessão virtual fechada teve início com o pedido de Mendes, nesta sexta-feira (13)Justiça2026-03-13T14:24:57.817ZO ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, apresentou destaque para levar o julgamento sobre a quebra de sigilo de Roberta Luchsinger para sessão aberta no plenário. A empresária é amiga de Fábio Lula da Silva, o Lulinha. + A sessão virtual fechada teve início com o pedido de Mendes, nesta sexta-feira (13). O pedido do ministro decano pode repercutir na análise do caso de Lulinha. Interlocutores do ministro afirmam que o decano entende que diante da repercussão do assunto, o caso necessita ser tratado em sessão presencial e aberta. Roberta teve os sigilos quebrados pela CPMI do INSS, mas recorreu ao STF. O ministro Flávio Dino é relator do caso. Dino votou contra a quebra de sigilos por entender que a CPMI tomou a decisão em votação de requerimentos em grupo, mas deveria ter individualizado a questão. O ministro aplicou o mesmo entendimento no pedido de Lulinha contra a quebra de sigilos dele. A pedido do ministro, o caso de Roberta Luchsinger foi a julgamento em sessão virtual. Há expectativa de que os pedidos de Lulinha e de outras pessoas que se queixaram da mesma votação da CPMI também vá para plenário aberto.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/gilmar-mendes-pede-que-julgamento-sobre-quebra-de-sigilo-de-amiga-de-lulinha-va-para-sessao-aberta
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