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Governo

Lula aprova lei que institui o Dia Nacional da Lembrança do Holocausto

Data será celebrada em 16 de abril, em homenagem ao diplomata brasileiro Luiz Martins de Souza Dantas

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Judeus húngaros, em meados de 1944, após desembarque no campo de extermínio de Birkenau, na Polônia | Reprodução
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o projeto de lei que institui o Dia Nacional da Lembrança do Holocausto, a ser celebrado anualmente em 16 de abril. A medida foi aprovada pela Comissão de Educação e Cultura do Senado em junho e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (30).

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O Holocausto se refere ao assassinato sistemático de 6 milhões de pessoas pela Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), sobretudo judeus. O número também inclui outras minorias, como opositores políticos, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová e pessoas com deficiência física ou mental.

A maioria dos assassinatos foi cometida em campos de concentração, construídos exclusivamente para trabalho escravo e extermínio em massa - feito com fuzilamento e câmaras de gás. Estima-se que os alemães nazistas tenham estabelecido cerca de 15 mil campos e subcampos nos países ocupados, a maioria no leste da Europa.

Segundo a lei, o dia escolhido para a celebração, 16 de abril, se refere à data da morte do diplomata brasileiro Luiz Martins de Souza Dantas, que atuou para salvar pessoas ameaçadas pelos nazistas. O intuito é “honrar a memória das vítimas do Holocausto e refletir sobre as lições aprendidas desse período sombrio da história”.

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“Ao dedicar um dia para a lembrança e reflexão, reafirmamos o compromisso com a verdade histórica e a necessidade de combater a desinformação. Isso é crucial para preservar a integridade dos fatos históricos”, disse o senador Carlos Viana (Podemos-MG), que relatou o texto no Senado. “A história não deve ser esquecida”, frisou.

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