Governo

Governo oficializa Victor Godoy como ministro da Educação

Nomeação foi divulgada nesta segunda (18.abr) no Diário Oficial da União

Imagem da noticia Governo oficializa Victor Godoy como ministro da Educação
Victor Godoy é oficializado como ministro da Educação
• Atualizado em
SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

O governo federal publicou nesta segunda-feira (18.abr) portaria com a nomeação de Victor Godoy como ministro da Educação. O ato oficializa Godoy no cargo, que ocupava interinamente desde a saída do ex-ministro Milton Ribeiro. Antes de assumir como ministro, Godoy foi secretário-executivo do ministério da Educação desde julho de 2020.

+ Leia as últimas notícias do portal SBT News

Antes de ser convidado para assumir a secretaria-executiva do MEC, Godoy fez carreira como auditor federal de finanças e controle da Controladoria-Geral da União (CGU), onde trabalhou de 2004 a 2020. Na CGU, Godoy atuou como auditor federal, chefe de divisão, coordenador-geral e diretor-substituto de auditoria e diretor de auditoria da área social e de acordos de leniência.

De acordo com o currículo de Godoy no site do ministério da Educação, ele se formou em Engenharia de Redes de Comunicação de Dados pela Universidade de Brasília (UnB), em 2003, e possui duas pós-graduações.

A primeira foi em Altos Estudos em Defesa Nacional pela Escola Superior de Guerra (ESG), de 2018, e a segunda, em Globalização, Justiça e Segurança Humana pela Escola Superior do Ministério Público em parceria com instituições internacionais da Alemanha e da África do Sul.

Victo Godoy é o quinto ministro da Educação em pouco mais de três anos do governo Jair Bolsonaro. Veja os anteriores:

  • Ricardo Vélez Rodríguez - A demissão dele foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais depois de pouco mais de três meses. A gestão de Vélaz foi marcada por crises, controvérsias e recuos, e gerou insegurança em servidores, gestores estaduais e municipais e especialistas, que viam riscos para a execução de metas e ações prioritárias.
  • Abraham Weintraub - Foi o segundo ministro da Educação de Bolsonaro e também deixou o cargo após meses de polêmicas e críticas, em junho de 2020. Entre elas, a edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que foi marcada por erros que prejudicaram cerca de 6 mil participantes. À época, Weintraub reconheceu que houve "inconsistências" na correção dos gabaritos da prova.
  • Carlos Alberto Decotelli da Silva - Ele pediu demissão do MEC antes mesmo de tomar posse. Anunciado por Bolsonaro em 25 de junho de 2020, Decotelli entregou a carta de demissão ao presidente 5 dias depois, após uma série de denúncias sobre informações falsas no currículo dele.
  • Milton Ribeiro - Foi o ministro com maior tempo de atuação no governo Bolsonaro, ficando 20 meses à frente da pasta. Mas também entregou o cargo em meio a polêmicas. Um áudio divulgado pela "Folha de S. Paulo" em que Ribeiro assumia favorecer municípios indicados por dois pastores, a pedido de Jair Bolsonaro, marcou suas últimas semanas no cargo e selou sua renúncia.

Últimas Notícias