Durigan diz que subsídios a combustíveis acabam em 2026
Ministro relaciona fim das medidas adotadas para conter os efeitos da guerra ao esforço para melhorar as contas públicas e obter superávit em 2027
Caio Barcellos
Ministro da Fazenda, Dario Durigan | Divulgação/Lula Marques/Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (24) que o governo não pretende manter os subsídios concedidos aos combustíveis para mitigar os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços e disse que as medidas serão retiradas em 2027.
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“Nesse ano, eu já disse isso, o meu objetivo, a gente está fazendo a mitigação do efeito da guerra, mas o meu objetivo é acabar com os subsídios. Seja do diesel, seja da gasolina, seja do etanol. Nós não vamos manter subsídio no país”, afirmou em entrevista ao Broadcast.
Como exemplo, Durigan relembrou a reoneração do diesel em junho e a relacionou à tentativa do governo de melhorar o resultado das contas públicas em meio ao avanço da dívida pública, ao peso elevado dos juros e ao esforço da equipe econômica para alcançar superávit primário.
Ao comentar as medidas adotadas neste ano, Durigan comparou a estratégia do governo com as desonerações realizadas após a invasão russa na Ucrânia, em 2022, e afirmou que, naquele período, a retirada de tributos federais sobre combustíveis não foi revertida antes da mudança de governo.
“O ano de 2022 também foi isso [de guerra e alta nos preços dos combustíveis]. É importante a gente comparar [...] em 2022, governava o projeto que hoje está na oposição do presidente Lula. A inflação em 2022 chegou a dois dígitos. Lá naquele momento, foi tirada a tributação dos combustíveis do ponto de vista federal e não voltou. Foi o ministro Fernando Haddad quem teve que reonerar os combustíveis em 2023”, destacou.
Durigan diz que subsídios a combustíveis acabam em 2026Ministro relaciona fim das medidas adotadas para conter os efeitos da guerra ao esforço para melhorar as contas públicas e obter superávit em 2027 Economia2026-08-24T17:58:21.615ZO ministro da Fazenda, , afirmou nesta segunda-feira (24) que o governo não pretende manter os subsídios concedidos aos combustíveis para mitigar os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços e disse que as medidas serão retiradas em 2027. “Nesse ano, eu já disse isso, o meu objetivo, a gente está fazendo a mitigação do efeito da guerra, mas o meu objetivo é acabar com os subsídios. Seja do diesel, seja da gasolina, seja do etanol. Nós não vamos manter subsídio no país”, afirmou em entrevista ao Broadcast. Como exemplo, Durigan relembrou a reoneração do diesel em junho e a relacionou à tentativa do governo de melhorar o resultado das contas públicas em meio ao avanço da dívida pública, ao peso elevado dos juros e ao esforço da equipe econômica para alcançar superávit primário. Ao comentar as medidas adotadas neste ano, Durigan comparou a estratégia do governo com as desonerações realizadas após a invasão russa na Ucrânia, em 2022, e afirmou que, naquele período, a retirada de tributos federais sobre combustíveis não foi revertida antes da mudança de governo. “O ano de 2022 também foi isso [de guerra e alta nos preços dos combustíveis]. É importante a gente comparar [...] em 2022, governava o projeto que hoje está na oposição do presidente Lula. A inflação em 2022 chegou a dois dígitos. Lá naquele momento, foi tirada a tributação dos combustíveis do ponto de vista federal e não voltou. Foi o ministro Fernando Haddad quem teve que reonerar os combustíveis em 2023”, destacou.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/durigan-diz-que-subsidios-a-combustiveis-acabam-em-2026