Confiança do consumidor brasileiro piorou em fevereiro, diz FGV
Trata-se do pior patamar em 9 meses, que atinge famílias com renda de R$ 2.100 a R$ 9.600,01
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SBT News
Redução do endividamento e o aumento da inadimplência são sinais de alerta frente a um cenário desafiador para as famílias paulistanas | Reprodução
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE atingiu o menor nível desde maio de 2023. Pode não haver melhora nos próximos meses devido ao elevado nível de juros e endividamento das famílias. O recuo foi de 1,1 ponto em fevereiro, para 89,7 pontos.
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“Apesar da queda gradual dos juros e do nível de endividamento, ambos permanecem elevados e exercendo fortes limitações na situação financeira das famílias, que é refletida na percepção pessimista dos consumidores.”, ressaltou Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.
A piora do ICC ocorreu entre os quatro grupos de faixa de renda analisados. O índice passou de 83,6 pontos para 80,5 pontos entre as famílias com renda até R$2.100. Já para as famílias com rendimentos entre R$2.100,01 até R$4.800 tiveram redução de 3,3 pontos na confiança, de 90,0 pontos para 86,7 pontos.
O índice também caiu de 93,2 pontos para 92,1 pontos para famílias com renda entre R$4.800,01 e R$9.600, e diminuiu de 98,3 pontos para 96,8 pontos no grupo com renda acima de R$9.600,01.
O Índice de Expectativas (IE) caiu pelo segundo mês consecutivo, agora em 2,3 pontos, para 97,9 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,0 ponto, para 78,6 pontos, interrompendo a sequência de duas quedas consecutivas.
Confiança do consumidor brasileiro piorou em fevereiro, diz FGVTrata-se do pior patamar em 9 meses, que atinge famílias com renda de R$ 2.100 a R$ 9.600,01Economia2024-02-24T02:29:35.767ZO Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE atingiu o menor nível desde maio de 2023. Pode não haver melhora nos próximos meses devido ao elevado nível de juros e endividamento das famílias. O recuo foi de 1,1 ponto em fevereiro, para 89,7 pontos. “Apesar da queda gradual dos juros e do nível de endividamento, ambos permanecem elevados e exercendo fortes limitações na situação financeira das famílias, que é refletida na percepção pessimista dos consumidores.”, ressaltou Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE. A piora do ICC ocorreu entre os quatro grupos de faixa de renda analisados. O índice passou de 83,6 pontos para 80,5 pontos entre as famílias com renda até R$2.100. Já para as famílias com rendimentos entre R$2.100,01 até R$4.800 tiveram redução de 3,3 pontos na confiança, de 90,0 pontos para 86,7 pontos. O índice também caiu de 93,2 pontos para 92,1 pontos para famílias com renda entre R$4.800,01 e R$9.600, e diminuiu de 98,3 pontos para 96,8 pontos no grupo com renda acima de R$9.600,01. O Índice de Expectativas (IE) caiu pelo segundo mês consecutivo, agora em 2,3 pontos, para 97,9 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,0 ponto, para 78,6 pontos, interrompendo a sequência de duas quedas consecutivas. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/confianca-do-consumidor-brasileiro-piorou-em-fevereiro-diz-fgv
Levantamento mostra que, na hora de escolher presidente, falta de envolvimento em escândalos e compromisso com a democracia são prioridade para o eleitor