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O movimento foi amplo e atingiu bolsas da Ásia, Europa e EUA, enquanto os preços do petróleo despencavam mais de 5% e o dólar perdia força frente às principais moedas globais.
Isso porque, com a diminuição das preocupações sobre um corte prolongado no fornecimento de petróleo, investidores passaram a buscar ativos mais arriscados, favorecendo diversas ações ao redor do mundo, segundo a imprensa internacional.
Ásia dispara e Japão renova recordes
Na Ásia, o rali foi liderado pelo Japão e pela Coreia do Sul. O índice Nikkei 225 avançou mais de 5% e atingiu uma máxima histórica intradiária, enquanto o Kospi sul-coreano disparou cerca de 5,2%, próximo a níveis recordes.
Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,5%, enquanto os principais índices chineses também encerraram o dia em alta.
O Investing.com vê que o mercado asiático reagiu positivamente à perspectiva de normalização dos fluxos energéticos, uma vez que economias como Japão, Índia e Coreia do Sul dependem fortemente das importações.
O desempenho japonês também foi favorecido pelas expectativas em torno da reunião do Banco do Japão, que termina nesta terça-feira, 16. Investidores aguardam sinalizações sobre os próximos passos da política de juros.
Europa respira após meses de pressão
O alívio foi ainda mais evidente na Europa, região que vinha sofrendo de forma mais intensa os efeitos da guerra devido à sua dependência energética.
O índice europeu Stoxx 600 avançou cerca de 1% e renovou sua máxima histórica pela primeira vez desde fevereiro, recuperando integralmente as perdas acumuladas desde o início do conflito, de acordo com a Reuters.
Empresas de luxo, que estão entre as maiores quedas do ano no mercado europeu, lideraram os ganhos. Montadoras e companhias aéreas também avançaram com força, beneficiadas pela perspectiva de combustíveis mais baratos.
Para o analista-chefe da IG Group, Chris Beauchamp, "se o petróleo realmente voltar a fluir de forma sustentável, isso dará um impulso significativo aos mercados europeus", detalhou à agência.
Wall Street acompanha o otimismo
Nos EUA, os investidores também adotavam um tom positivo. Os futuros do Dow Jones avançavam cerca de 1%, enquanto os contratos do S&P 500 subiam 1,4%. Já os futuros do Nasdaq 100 registravam alta de 2,2%.
O mercado, além da perspectiva de paz, continua repercutindo a estreia histórica da SpaceX. As ações da companhia avançavam mais 6% no pré-mercado, após uma valorização de 19% em seu primeiro pregão, de acordo com dados da CNBC.
Cautela é vista como necessária
Investidores seguem atentos aos próximos capítulos da negociação. O memorando ainda será formalmente assinado na sexta-feira, 19, na Suíça, e temas sensíveis como o programa nuclear iraniano continuam sem definição.
Ao mesmo tempo, o foco do mercado começa a migrar para a agenda monetária global. Nesta semana, Federal Reserve (Fed), Banco do Japão, Banco da Inglaterra e Banco da Reserva da Austrália definem os juros.
Bolsas sobem com acordo para fim da guerra no Oriente MédioNikkei 225 bate recorde, Stoxx 600 renova máxima e futuros de Nova York avançam com forçaEconomia2026-06-15T12:28:28.666ZOs mercados globais iniciaram a semana em forte alta após o a, com perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz impulsionando o apetite por risco. O movimento foi amplo e atingiu bolsas da Ásia, Europa e EUA, enquanto os preços do petróleo despencavam mais de 5% e o dólar perdia força frente às principais moedas globais. + Isso porque, com a diminuição das preocupações sobre um corte prolongado no fornecimento de petróleo, investidores passaram a buscar ativos mais arriscados, favorecendo diversas ações ao redor do mundo, segundo a imprensa internacional. Ásia dispara e Japão renova recordes Na Ásia, o rali foi liderado pelo Japão e pela Coreia do Sul. O índice Nikkei 225 avançou mais de 5% e atingiu uma máxima histórica intradiária, enquanto o Kospi sul-coreano disparou cerca de 5,2%, próximo a níveis recordes. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,5%, enquanto os principais índices chineses também encerraram o dia em alta. O Investing.com vê que o mercado asiático reagiu positivamente à perspectiva de normalização dos fluxos energéticos, uma vez que economias como Japão, Índia e Coreia do Sul dependem fortemente das importações. O desempenho japonês também foi favorecido pelas expectativas em torno da reunião do Banco do Japão, que termina nesta terça-feira, 16. Investidores aguardam sinalizações sobre os próximos passos da política de juros. Europa respira após meses de pressão O alívio foi ainda mais evidente na Europa, região que vinha sofrendo de forma mais intensa os efeitos da guerra devido à sua dependência energética. O índice europeu Stoxx 600 avançou cerca de 1% e renovou sua máxima histórica pela primeira vez desde fevereiro, recuperando integralmente as perdas acumuladas desde o início do conflito, de acordo com a Reuters. Empresas de luxo, que estão entre as maiores quedas do ano no mercado europeu, lideraram os ganhos. Montadoras e companhias aéreas também avançaram com força, beneficiadas pela perspectiva de combustíveis mais baratos. Para o analista-chefe da IG Group, Chris Beauchamp, "se o petróleo realmente voltar a fluir de forma sustentável, isso dará um impulso significativo aos mercados europeus", detalhou à agência. Wall Street acompanha o otimismo Nos EUA, os investidores também adotavam um Os futuros do Dow Jones avançavam cerca de 1%, enquanto os contratos do S&P 500 subiam 1,4%. Já os futuros do Nasdaq 100 registravam alta de 2,2%. O mercado, além da perspectiva de paz, continua repercutindo a estreia histórica da SpaceX. As ações da companhia avançavam mais 6% no pré-mercado, após uma valorização de 19% em seu primeiro pregão, de acordo com dados da CNBC. Cautela é vista como necessária Investidores seguem atentos aos próximos capítulos da negociação. O memorando ainda será formalmente assinado na sexta-feira, 19, na Suíça, e temas sensíveis como o programa nuclear iraniano continuam sem definição. + Ao mesmo tempo, o foco do mercado começa a migrar para a agenda monetária global. Nesta semana, Federal Reserve (Fed), Banco do Japão, Banco da Inglaterra e Banco da Reserva da Austrália definem os juros.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/bolsas-sobem-com-acordo-para-fim-da-guerra-no-oriente-medio