Diesel e gasolina poderiam estar mais caros, avalia associação
Apesar de seguir paridade internacional de preços, Petrobras poderia cobrar mais pelos combustíveis

Posto de combustíveis com partes de dois carros aparecendo, sendo abastecidos
Embora o reajuste de quase 9% no litro do óleo diesel, a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) calcula que os valores cobrados no Brasil estão defasados. A afirmação também se aplica sobre os preços praticados para a venda da gasolina.
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De acordo com a entidade, a Petrobras poderia cobrar 11% a mais pelo diesel e 19% a mais pela gasolina, para acompanhar a lucratividade de outras petroleiras mundo afora. Mas a empresa estaria reajustando os preços com cuidado para evitar pressões popular e política ainda maiores.
Entre os fatores que indicam uma precificação mais elevada estão a exploração do petróleo e a produção dos combustíveis. Segundo a Abicom, com a produção mundial menor e a estatal nacional vendendo para fora, se os preços não sobem, os produtos são mais comercializados, o que poderia causar um desabastecimento.
Conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), dependendo da região, da cidade ou até do posto de combustível, o preço médio do diesel é de R$ 6,99. Já a gasolina é vendida às distribuidoras por R$ 3,86. Nas bombas, o preço mais baixo está em Presidente Prudente, a R$ 6,19. O litro mais caro é pego em Tubarão (SC), a R$ 8,99.
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