Polícia pede prisão de assassinos de contraventor Fernando Iggnácio
Motivação do crime seria o espólio do bicheiro Castor de Andrade. Crime aconteceu na zona oeste do Rio de Janeiro e suspeitos seguem foragidos
Câmera flagra suspeitos de morte de contraventor no RJ
Primeiro Impacto
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A Polícia do Rio de Janeiro pediu a prisão de mais dois criminosos envolvidos na morte do contraventor Fernando Iggnácio. A investigação chegou a quatro bandidos que teriam participado do crime por meio de imagens de câmeras de segurança.
Os agentes identificaram três dos quatro criminosos. Um deles é o policial da ativa Rodrigo da Silva Neves, do 5º Batalhão de Polícia do centro do Rio. Os outros são ligados ao crime organizado. Segundo a investigação, são matadores de aluguel da zona oeste.
Um dos matadores é um ex-policial da PM expulso da corporação. Ele foi descartado por ter acertado uma menina em Realengo. O miliciano conhecido como "Farofa" também é outro envolvido no crime, e já teria trabalhado como segurança para um dos patronos da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel.
O crime teria sido cometido por causa de uma disputa pela herança do bicheiro Castor de Andrade, patrono da mesma agremiação. Iggnácio era genro de Castor. Rogério Andrade é outro que receberia o espólio do contraventor. A polícia investiga a relação entre as situações familiares e o assassinato.
Fernando Iggnácio foi assassinado em um heliponto. Os criminosos tinham ido ao local em noites anteriores para estudar o local. Depois do crime, o bando foi até um condomínio em Campo Grande, também na zona oeste. Imagens flagraram todo o trajeto dos assassinos.
No local, quatro fuzis foram apreendidos e um deles foi usado no crime. Os carros foram apreendidos no local do esconderijo da quadrilha. Todos estão foragidos.