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CPMI isenta G. Dias e pede responsabilização de militares que eram de confiança do general Augusto Heleno

O general Carlos Penteado, que era o número 2 dos GSI de Bolsonaro, está na lista dos pedidos de indiciamentos

CPMI isenta G. Dias e pede responsabilização de militares que eram de confiança do general Augusto Heleno
Geraldo Magela/Agência Senado
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Nove militares que tinham postos-chave no Gabinete de Segurança Institucional na gestão do general Augusto Heleno, ministro de Jair Bolsonaro, estão na lista da CPMI com pedido para indiciamentos por associação criminosa, dano qualificado, abolição violenta do Estado democrático de direito. O relatório final da CPMI diz que a omissão deles foi dolosa, porque os militares tinham informações privilegiadas e detalhadas sobre os procedimentos de segurança que deveriam ser adotados no Palácio do Planalto para evitar a invasão e os ataques. No entanto, não colocaram em prática e omitiram do então ministro escolhido por Lula, o general Gonçalves Dias, as informações do chamado "Plano Escudo". 

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Além do general Carlo Penteado, que era secretário-executivo do GSI em 08 de janeiro, o relatório da CPMI acusa também outros 8 militares, 7 do Exército e um policial militar que tinha cargo de confiança no Gabinete de Segurança Institucional. O coronel André Garcia, que era coordenador-geral de instalações do Planalto, foi acusado no relatório da comissão porque no dia 06 de janeiro, dois dias antes dos ataques, enviou mensagem para o Comando Militar do Planalto dispensando o reforço de segurança no entorno da sede do Executivo federal.

Com isso, a proteção do Palácio do Planalto, naquele final de semana, passou a ser feito com o contingente mínimo, em torno de 10 soldados, que se revezaram na rampa de acesso e nas guaritas. Na mensagem em que o coronel cancela o reforço no número de soldados, André Garcia cita que a ordem foi dada pelo general Carlos Feitosa, que também está na lista da CPMI.  

O major do Exército, José Natale, que ficou conhecido por ser o militar que ofereceu água aos golpistas na antessala do gabinete presidencial é acusado de omissão dolosa no 08 de janeiro. Todos os citados eram subordinados do general Gonçalves Dias, então ministro do GSI. A relatora pondera, no entanto, que a conduta do militar que trabalhava com Lula desde os primeiros mandatos do petista, não pode ser igualada aos outros servidores com cargos no Planalto.

O relatório sustenta que o general havia assumido o cargo há apenas 7 dias e os subordinados omitiram informações importantes do então ministro, por isso, conforme o documento, não foi sugerida a responsabilização de Gonçalves Dias.

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