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Pazuello justifica recusa de ofertas da Pfizer com cláusulas "assustadoras"

Ex-ministro da Saúde disse que AGU e CGU foram contrários ao memorando

Pazuello justifica recusa de ofertas da Pfizer com cláusulas "assustadoras"
ex-ministro Pazuello fala em CPI da Covid no senado
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O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou nesta 4ª feira (19.mai), à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, que recusou as ofertas de vacinas da Pfizer por causa de "cláusulas assustadoras" de contrato. O general ainda disse que era "pouquíssima" a quantidade de imunizantes que seriam entregues até o primeiro semestre deste ano. 

Segundo Pazuello, seriam enviadas 8,5 milhões de doses e, em dezembro, quando o governo assinou o memorando de entendimento da Pfizer, órgãos de controle como a Corregedoria-geral da União (CGU), Advocacia-geral da União (AGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) foram contrários à medida. 

+ AO VIVO: CPI da Covid ouve ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello

"Essa proposta foi, apesar de eu achar pouquíssima a quantidade de 8,5 milhões de doses no primeiro semestre. Nós seguimos em frente: ?Vamos assinar o memorando de entendimento?. Mandamos para os órgãos de controle, a resposta foi: ?Não assessoramos positivamente. Não deve ser assinado?. A CGU, a AGU, todos os órgãos de controle, TCU. ?Não deve ser assinado?", completou.

Enquanto prosseguia com o depoimento, o TCU emitiu uma nota e negou que tenha sido acionado para tratar do memorando. Na ocasião, Pazuello admitiu que se confundiu e que se tratava apenas da AGU e da CGU. 

O ex-ministro elencou as cláusulas que atribuiu como "assustadoras", "estranhas" e "complicadíssimas". "Ativos brasileiros no exterior e ou fundos, isenção completa da responsabilidade por efeitos colaterais, transferência do fórum para julgamento das ações para Nova York", contou.

"Estamos falando de pagamento adiantado, estamos falando de assinatura do presidente da República em contrato, coisa que não existe na nossa legislação e estávamos falando de não existirem multas para atraso de entregas. Para ouvir isso a primeira vez, eu achei muito estranho", completou.

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