Professora é encontrada morta com tiro na nuca na Grande São Paulo
Nenhum pertence da mulher foi levado; polícia suspeita que ela tenha sido vítima de execução

professora que foi encontrada morta
Uma professora, de 48 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça nesta 2ª feira (13.jun), em uma estrada de Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. A polícia suspeita que ela tenha sido vítima de execução.
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Adriane Caetano Santos Inacio era casada e deixa uma filha. Ela dava aulas de biologia em uma escola pública há mais de 10 anos. Em respeito ao luto pela professora, as atividades foram suspensas no colégio nesta 3ª feira (14.jun).
Como costumava fazer às segundas-feiras, Adriane saiu da escola em Mauá, à noite, de carro, pra voltar pra casa, na cidade vizinha de Ribeirão Pires. Ela teria feito o mesmo caminho de sempre, mas não chegou em casa. A professora ainda deu carona para uma colega, que não percebeu nada de estranho.
Horas depois, policiais militares encontraram Adriane caída no asfalto, perto do carro, com um tiro na nuca. O veículo tinha manchas de sangue e um dos vidros estava quebrado do lado do motorista. No banco do passageiro, estavam a bolsa, com a carteira da professora, e o telefone celular. Nada foi levado.
A região não tem câmeras de segurança. A única encontrada até agora mostra o carro da professora passando na estrada. O crime também não teve testemunhas.
Segundo peritos, o tiro teria sido dado à queima-roupa. A polícia não descarta uma tentativa de roubo, já que são muitos assaltos na área, mas as características são de uma execução. O celular da professora está com a polícia, que vai pedir à Justiça uma autorização para vasculhar as últimas ligações e mensagens.
No Instituto Médico Legal (IML), parentes não quiseram falar com a imprensa. Aos policiais, eles disseram que a professora não recebia nenhum tipo de ameaça.
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