True Crime revisita crime que abalou o Ministério Público
Marrey conta os bastidores da apuração que desvendou o assassinato da advogada Patrícia Aggio Longo, em 1998
Fabio Diamante, Robinson Cerantula
18/07/2026, 18:40 • Atualizado em 18/07/2026, 19:37
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O True Crime desta semana vai revelar os bastidores de um dos crimes mais chocantes e complexos da história do judiciário paulista: o assassinato da advogada Patrícia Aggio Longo, em 1998 – mulher do promotor Igor Ferreira da Silva. O convidado é o ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo, Luiz Antônio Guimarães Marrey, homem que chefiou o Ministério Público à época e foi o responsável por investigar e acusar o próprio colega de instituição.
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Em um depoimento franco, Marrey relembra o impacto de um caso sem precedentes, em que a instituição precisou "cortar na própria carne" para levar a julgamento o promotor Igor.
O ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo, Luiz Antônio Guimarães Marrey, é o convidado do True Crime | SBT News
O crime que chocou o país
Na madrugada de 4 de junho de 1998, em Atibaia, no interior paulista, Patrícia Longo, grávida de oito meses, foi executada com dois tiros na cabeça em uma estrada de terra. A versão inicial do promotor, era de que o casal havia sido vítima de um assalto violento.
No entanto, a farsa do roubo caiu por terra diante de perícias e da fragilidade da versão contada por Igor. Pela primeira vez na história do País, um membro do Ministério Público se tornava o principal suspeito de um homicídio brutal.
No programa, Marrey revive momentos marcantes da investigação, desde o choque inicial no velório da vítima – onde o bebê foi sepultado junto à mãe – até as reviravoltas que marcaram o processo judicial, como a tentativa de suborno de testemunhas e a polêmica em torno do teste de DNA do bebê.
Fuga e liberdade
Condenado em 2001 a 16 anos e 4 meses de reclusão, Igor Ferreira da Silva desafiou as autoridades e fugiu logo após a sentença. Foram oito anos vivendo na clandestinidade, figurando na lista dos criminosos mais procurados do País, até ser capturado exausto pela polícia em 2009.
Atualmente, com a pena totalmente cumprida, o ex-promotor é um homem livre, mas que ainda mantém o discurso de inocência.
True Crime revisita crime que abalou o Ministério PúblicoMarrey conta os bastidores da apuração que desvendou o assassinato da advogada Patrícia Aggio Longo, em 1998Brasil2026-07-18T18:40:55.672ZO True Crime desta semana vai revelar os bastidores de um dos crimes mais chocantes e complexos da história do judiciário paulista: o assassinato da advogada Patrícia Aggio Longo, em 1998 – mulher do promotor Igor Ferreira da Silva. O convidado é o ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo, Luiz Antônio Guimarães Marrey, homem que chefiou o Ministério Público à época e foi o responsável por investigar e acusar o próprio colega de instituição. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Em um depoimento franco, Marrey relembra o impacto de um caso sem precedentes, em que a instituição precisou "cortar na própria carne" para levar a julgamento o promotor Igor. O crime que chocou o país Na madrugada de 4 de junho de 1998, em Atibaia, no interior paulista, Patrícia Longo, grávida de oito meses, foi executada com dois tiros na cabeça em uma estrada de terra. A versão inicial do promotor, era de que o casal havia sido vítima de um assalto violento. No entanto, a farsa do roubo caiu por terra diante de perícias e da fragilidade da versão contada por Igor. Pela primeira vez na história do País, um membro do Ministério Público se tornava o principal suspeito de um homicídio brutal. No programa, Marrey revive momentos marcantes da investigação, desde o choque inicial no velório da vítima – onde o bebê foi sepultado junto à mãe – até as reviravoltas que marcaram o processo judicial, como a tentativa de suborno de testemunhas e a polêmica em torno do teste de DNA do bebê. Fuga e liberdade Condenado em 2001 a 16 anos e 4 meses de reclusão, Igor Ferreira da Silva desafiou as autoridades e fugiu logo após a sentença. Foram oito anos vivendo na clandestinidade, figurando na lista dos criminosos mais procurados do País, até ser capturado exausto pela polícia em 2009. Atualmente, com a pena totalmente cumprida, o ex-promotor é um homem livre, mas que ainda mantém o discurso de inocência.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/true-crime-revisita-crime-que-abalou-o-ministerio-publico
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