Tecnologia que detecta celular em prisões é usada em buscas por desaparecidos em Juiz de Fora
Secretaria Nacional de Políticas Penais, Senappen, passou a integrar a força-tarefa mobilizada para apoiar buscas
Basília Rodrigues
26/02/2026, 02:40 • Atualizado em 26/02/2026, 21:07
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A prefeitura de Juiz de Fora decretou estado de calamidade pública no município | Tânia Rêgo/Agência Brasil
A força-tarefa mobilizada em Juiz de Fora (MG) para localizar pessoas desaparecidas após as fortes chuvas passou a contar, nesta quarta-feira (25), com apoio de policiais penais federais e uma tecnologia usada para detectar celulares dentro dos presídios.
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A Secretaria Nacional de Políticas Penais, que é vinculada ao Ministério da Justiça, enviou agentes federais que atuam na Diretoria de Inteligência Penal para o local. O Equipamento Tático de Revista Eletrônica é uma tecnologia de origem israelense.
“Estamos somando esforços às demais equipes de resgate para contribuir com as buscas e ampliar as chances de localizar vítimas”, afirma o secretário de Políticas Penais substituto, Glautter Morais.
“Nesta ação emergencial, a tecnologia está sendo empregada com a expectativa de que a detecção de sinais de celulares possa auxiliar na localização de possíveis sobreviventes nas proximidades”, afirma o governo.
O equipamento tem capacidade de identificar celulares ligados em um raio aproximado de 50 a 100 metros, dependendo da tecnologia do aparelho e das condições do terreno. Quando o sinal de telefone é identificado, a área passa a ser considerada prioritária para atuação das equipes de busca e resgate.
Se o telefone estiver ligado, é possível detectar sinais mesmo sob escombros. A partir daí, um acessório complementar permite a localização com maior precisão do ponto identificado, o que auxilia na delimitação das áreas de escavação.
Juiz de Fora enfrenta o mês de fevereiro mais chuvoso da história do município. Ao menos 48 mortes foram confirmadas, mais de 21 pessoas desaparecidas, e mais de mil ocorrências registradas.
Tecnologia que detecta celular em prisões é usada em buscas por desaparecidos em Juiz de Fora Secretaria Nacional de Políticas Penais, Senappen, passou a integrar a força-tarefa mobilizada para apoiar buscasBrasil2026-02-26T02:40:04.409ZA força-tarefa mobilizada em Juiz de Fora (MG) para localizar pessoas desaparecidas após as fortes chuvas passou a contar, nesta quarta-feira (25), com apoio de policiais penais federais e uma tecnologia usada para detectar celulares dentro dos presídios. A Secretaria Nacional de Políticas Penais, que é vinculada ao Ministério da Justiça, enviou agentes federais que atuam na Diretoria de Inteligência Penal para o local. O Equipamento Tático de Revista Eletrônica é uma tecnologia de origem israelense. “Estamos somando esforços às demais equipes de resgate para contribuir com as buscas e ampliar as chances de localizar vítimas”, afirma o secretário de Políticas Penais substituto, Glautter Morais. “Nesta ação emergencial, a tecnologia está sendo empregada com a expectativa de que a detecção de sinais de celulares possa auxiliar na localização de possíveis sobreviventes nas proximidades”, afirma o governo. O equipamento tem capacidade de identificar celulares ligados em um raio aproximado de 50 a 100 metros, dependendo da tecnologia do aparelho e das condições do terreno. Quando o sinal de telefone é identificado, a área passa a ser considerada prioritária para atuação das equipes de busca e resgate. Se o telefone estiver ligado, é possível detectar sinais mesmo sob escombros. A partir daí, um acessório complementar permite a localização com maior precisão do ponto identificado, o que auxilia na delimitação das áreas de escavação. Juiz de Fora enfrenta o mês de fevereiro mais chuvoso da história do município. , mais de 21 pessoas desaparecidas, e mais de mil ocorrências registradas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/tecnologia-que-detecta-celular-em-prisoes-e-usada-em-buscas-por-desaparecidos-em-juiz-de-fora