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São Paulo renova contrato com a New Balance em acordo que pode render até R$ 400 milhões ao clube

Proposta foi aprovada por maioria simples durante reunião extraordinária

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Jogadores do São Paulo com nova camiseta do time feita pela New Balance | Foto: divulgação

O Conselho Deliberativo do São Paulo Futebol Clube aprovou, nesta terça-feira (7), a renovação do contrato com a New Balance até 2032, em um acordo que pode render até R$ 400 milhões ao clube.

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O SBT News teve acesso ao relatório da reunião extraordinária que oficializou a extensão do vínculo com a fornecedora de material esportivo, parceira do São Paulo Futebol Clube desde 2024. A proposta foi aprovada por 136 votos a favor e 91 contrários.

O novo acordo prevê valores anuais na casa dos R$ 40 milhões, podendo alcançar até R$ 400 milhões ao longo dos seis anos de contrato, segundo o presidente do clube Harry Massis Júnior, em vídeo direcionado aos conselheiros do clube.

De acordo com Massis, desde 2024 o contrato com a New Balance aumentou 113% em relação ao acordo com a fornecedora anterior

“Conseguimos ampliar significativamente a receita com a diversificação de produtos. A New Balance lançou camisas de manga longa, linhas casuais e dois modelos de tênis, o que impulsionou as vendas”, afirmou.

Massis também destacou a criação de uma linha exclusiva voltada ao público feminino. “Era uma demanda antiga das torcedoras e se mostrou um sucesso de vendas.”

Detalhes do contrato

O contrato com a New Balance inclui cerca de R$ 15 milhões em luvas, royalties de 28% e aproximadamente R$ 10 milhões em investimentos em marketing, além do fornecimento de material esportivo.

Segundo Massis, outro ponto considerado estratégico foi o modelo de distribuição. "A New Balance investiu em lojas próprias em shopping centers, enquanto outras propostas previam venda apenas por redes terceirizadas”, disse.

O presidente negou que o clube tenha recusado uma proposta superior de outra fornecedora. "Os valores eram praticamente idênticos, mas sem garantia de expansão de linha. Teríamos o mesmo percentual de royalties sobre uma oferta menor de produtos."

O prazo do novo vínculo também foi defendido pela diretoria. Segundo Massis, o tempo de contrato está alinhado com o mercado e usou como referência renovações de rivais.

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