Defesa de Robinho tenta facilitar progressão de pena
Advogados pedem que STF afaste regra de crime hediondo em condenação por estupro na Itália
SBT News
Robinho: ex-jogador foi condenado pela Justiça italiana a 9 anos de prisão | YouTube / Reprodução
A defesa de Robinho pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que afaste a aplicação da Lei dos Crimes Hediondos na pena de nove anos imposta ao ex-jogador por estupro coletivo. A nova manifestação foi apresentada na segunda-feira (1º) e está sob análise do ministro Luiz Fux.
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Robinho está preso desde março de 2024, quando o Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologou a sentença da Justiça italiana e determinou que a condenação fosse cumprida no Brasil. O caso envolve o estupro de uma mulher em uma boate de Milão, na Itália, em 2013.
No pedido, os advogados afirmam que a Justiça italiana condenou o ex-atleta por crime comum e que o STJ não poderia acrescentar efeitos mais gravosos ao validar a sentença estrangeira. Para a defesa, a execução da pena no Brasil deve seguir exatamente os termos definidos no país europeu.
A classificação como crime hediondo impõe regras mais duras ao cumprimento da pena, como restrições a benefícios e exigências maiores para progressão de regime. Se o STF aceitar a tese da defesa, Robinho poderá pedir a ida ao semiaberto, modalidade em que o preso pode trabalhar ou estudar durante o dia e retornar à unidade prisional à noite.
O habeas corpus foi protocolado inicialmente em novembro de 2025. A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra o pedido, mas ainda não houve decisão de Fux.
Robinho foi condenado em definitivo pela Justiça italiana em 2022, mas não foi extraditado porque oBrasil não entrega seus cidadãos a outros países. Após pedido das autoridades italianas, o STJ autorizou o cumprimento da pena em território brasileiro; atualmente, ele está no Centro de Ressocialização de Limeira, no interior de São Paulo.
Defesa de Robinho tenta facilitar progressão de penaAdvogados pedem que STF afaste regra de crime hediondo em condenação por estupro na ItáliaBrasil2026-06-05T22:06:16.624ZA defesa de Robinho pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que afaste a aplicação da Lei dos Crimes Hediondos na pena de nove anos imposta ao ex-jogador por estupro coletivo. A nova manifestação foi apresentada na segunda-feira (1º) e está sob análise do ministro Luiz Fux. Robinho está preso desde março de 2024, quando o Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologou a sentença da Justiça italiana e determinou que a condenação fosse cumprida no Brasil. O caso envolve o estupro de uma mulher em uma boate de Milão, na Itália, em 2013. No pedido, os advogados afirmam que a Justiça italiana condenou o ex-atleta por crime comum e que o STJ não poderia acrescentar efeitos mais gravosos ao validar a sentença estrangeira. Para a defesa, a execução da pena no Brasil deve seguir exatamente os termos definidos no país europeu. A classificação como crime hediondo impõe regras mais duras ao cumprimento da pena, como restrições a benefícios e exigências maiores para progressão de regime. Se o STF aceitar a tese da defesa, Robinho poderá pedir a ida ao semiaberto, modalidade em que o preso pode trabalhar ou estudar durante o dia e retornar à unidade prisional à noite. O habeas corpus foi protocolado inicialmente em novembro de 2025. A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra o pedido, mas ainda não houve decisão de Fux. Robinho foi condenado em definitivo pela Justiça italiana em 2022, mas não foi extraditado porque o Brasil não entrega seus cidadãos a outros países. Após pedido das autoridades italianas, o STJ autorizou o cumprimento da pena em território brasileiro; atualmente, ele está no Centro de Ressocialização de Limeira, no interior de São Paulo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/robinho-pedido-progredir-regime-semiaberto
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