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Projeto leva educação financeira de forma lúdica a crianças de escolas públicas do Rio

Resguarde nas Escolas alcançou 377 alunos em 2025 e aposta na formação de hábitos financeiros conscientes desde a infância

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Projeto leva educação financeira de forma lúdica a crianças de escolas públicas do Rio | Willer José

O projeto Resguarde nas Escolas, idealizado pela educadora financeira Maria Gurgel, busca levar educação financeira de forma divertida para crianças, com o objetivo de desenvolver nelas uma “mentalidade poupadora”.

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Em 2025, seu primeiro ano de atuação, o Resguarde nas Escolas alcançou 377 crianças, distribuídas em três escolas municipais e uma escola de contraturno no Rio de Janeiro.

A ação que chega aos alunos une cultura, leitura e educação financeira, com o intuito de fortalecer sonhos e criar oportunidades. Em cada escola atendida, é realizado um grande evento com pais, professores e estudantes, celebrando o poder do conhecimento e promovendo escolhas financeiras mais conscientes desde a infância.

“Vivemos hoje um cenário crítico de endividamento pessoal no país. Ao pensar nisso, me veio uma reflexão muito simples: se cuidarmos das crianças agora, elas crescerão com padrões saudáveis, bons hábitos e comportamentos financeiros conscientes. Essas crianças entrarão diretamente para a estatística dos investidores, sem jamais precisarem fazer parte da estatística dos endividados. Educação financeira na infância é prevenção, autonomia e liberdade no futuro”, afirma Maria.

O projeto também parte do princípio de que os pais são a principal referência das crianças, inclusive quando o assunto é dinheiro. Ao participarem dos eventos, eles têm acesso a uma palestra prática sobre organização financeira no dia a dia da família.

“Acredito profundamente no potencial transformador dessa iniciativa. Essas crianças já possuem um enorme manancial de ferramentas internas — curiosidade, criatividade, inteligência emocional — e muitas vezes só precisam de um caminho para colocar tudo isso em prática. Com os professores acontece algo semelhante: quando bem orientados e apoiados, eles conseguem transformar de forma ainda mais efetiva a realidade de seus alunos. É uma combinação poderosa. Sinceramente, não tem como essa história não ter um ‘final feliz’”, reforça Maria.

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