PR: jovem relatou suspeito em academia antes de ser morta
Thaíssa Gabriely foi morta com 30 golpes de faca após tentativa de estupro; áudio mostra vítima relatando visitas repetidas de homem ao local onde trabalhava
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SBT News, Massa.com.br
A vítima foi identificada como Thaíssa Gabriely de Oliveira Marques, estudante de Nutrição. | Reprodução/Rede Massa/Redes Sociais
A estudante de nutrição Thaíssa Gabriely de Oliveira Marques, de 21 anos, relatou a um amigo que um homem já havia ido várias vezes à academia onde ela trabalhava, em Londrina (PR), antes de ser morta a facadas no local, na sexta-feira (11).
No áudio divulgado por familiares, Thaíssa contou que ele já havia levado currículo ao estabelecimento, que ainda não tinha sido inaugurado, e voltado para tentar remarcar uma entrevista de emprego.
“Menino, ele já veio aqui umas cinco vezes. Ele já veio mandar currículo, já enviou o currículo 300 mil vezes. Aí agora ele veio ver a academia, sendo que ele já veio aqui antes", relatou a jovem no áudio. "Ele falou que queria conversar com o meu gerente pra ver porque ele queria marcar entrevista e não marcaram a entrevista. Pior que ele já veio aqui cedo."
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A jovem ainda relatou uma situação em que o homem pediu para conhecer os banheiros. Thaíssa disse que ficou preocupada por estar acompanhando-o sozinha. “Eu peguei e entrei já pensando, tem câmera, né? Qualquer coisa, espero que o meu gerente esteja olhando.”
Na última sexta-feira (11), o homem voltou ao local enquanto Thaíssa distribuía panfletos em frente ao estabelecimento. Segundo a Polícia Militar, Gabriel de Andrade,de 21 anos, tentou estuprar Thaíssa quando os dois estavam sozinhos. Ela reagiu e entrou em luta corporal com o suspeito, sendo atingida por mais de 30 golpes de faca.
O suspeito também ficou ferido durante a luta corporal e deixou o local. Pouco depois, foi encontrado em uma rua próxima à academia e recebeu ajuda de populares. Inicialmente, ele teria afirmado que havia sido vítima de um assalto.
Depois, foi preso em flagrante por homicídio qualificado consumado e tentativa de estupro. A Polícia Civil investiga o caso.
A defesa afirma que Gabriel tem diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e que o diagnóstico deve ser considerado na análise do caso. Os advogados ressaltam que não usam o TEA como justificativa para o ocorrido e dizem que o acusado colaborou com as autoridades.
PR: jovem relatou suspeito em academia antes de ser mortaThaíssa Gabriely foi morta com 30 golpes de faca após tentativa de estupro; áudio mostra vítima relatando visitas repetidas de homem ao local onde trabalhavaBrasil2026-09-18T12:26:04.385ZA estudante de nutrição Thaíssa Gabriely de Oliveira Marques, de 21 anos, relatou a um amigo que um homem já havia ido várias vezes à academia onde ela trabalhava, em Londrina (PR), antes de ser morta a facadas no local, na sexta-feira (11). No áudio divulgado por familiares, Thaíssa contou que ele já havia levado currículo ao estabelecimento, que ainda não tinha sido inaugurado, e voltado para tentar remarcar uma entrevista de emprego. “Menino, ele já veio aqui umas cinco vezes. Ele já veio mandar currículo, já enviou o currículo 300 mil vezes. Aí agora ele veio ver a academia, sendo que ele já veio aqui antes", relatou a jovem no áudio. "Ele falou que queria conversar com o meu gerente pra ver porque ele queria marcar entrevista e não marcaram a entrevista. Pior que ele já veio aqui cedo." A jovem ainda relatou uma situação em que o homem pediu para conhecer os banheiros. Thaíssa disse que ficou preocupada por estar acompanhando-o sozinha. “Eu peguei e entrei já pensando, tem câmera, né? Qualquer coisa, espero que o meu gerente esteja olhando.” Na última sexta-feira (11), o homem voltou ao local enquanto Thaíssa distribuía panfletos em frente ao estabelecimento. Segundo a Polícia Militar, Gabriel de Andrade, de 21 anos, tentou estuprar Thaíssa quando os dois estavam sozinhos. Ela reagiu e entrou em luta corporal com o suspeito, sendo atingida por mais de 30 golpes de faca. O suspeito também ficou ferido durante a luta corporal e deixou o local. Pouco depois, foi encontrado em uma rua próxima à academia e recebeu ajuda de populares. Inicialmente, ele teria afirmado que havia sido vítima de um assalto. Depois, foi preso em flagrante por homicídio qualificado consumado e tentativa de estupro. A Polícia Civil investiga o caso. A defesa afirma que Gabriel tem diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e que o diagnóstico deve ser considerado na análise do caso. Os advogados ressaltam que não usam o TEA como justificativa para o ocorrido e dizem que o acusado colaborou com as autoridades.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/pr-jovem-relatou-suspeito-em-academia-antes-de-ser-morta