Paes recua e libera música ao vivo e garrafas de vidro em quiosques do Rio
Venda de alimentos em palitos de madeira, como espetinhos de carne e queijo coalho, segue proibida
L
Léo Sant'anna
27/05/2025, 21:44 • Atualizado em 28/05/2025, 00:06
compartilhar
Depois de muita polêmica, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, voltou atrás em algumas restrições que havia imposto a quem trabalha nas praias cariocas.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Depois de serem banidas pela prefeitura, apresentações com música ao vivo voltaram a ser permitidas na orla, mas com volume de som e horário controlados. A proibição às bebidas servidas em garrafas de vidro também foi revogada.
Já as barracas instaladas na areia poderão manter o letreiro com o nome, mas padronizado.
Depois de uma reunião com representantes de quiosques e barracas, o prefeito revisou o decreto que mudava as regras sobre o comércio nas praias.
Paes recuou em alguns pontos, mas manteve restrições que ainda causam polêmica, como a proibição de ambulantes que não sejam cadastrados pelo município. Também continua não sendo permitida a venda de alimentos em palitos de madeira, como os tradicionais espetinhos de carne e queijo coalho.
Ciclomotores, patinetes motorizados e veículos similares continuam proibidos no calçadão, assim como food trucks, trailers, tendas e estruturas de grande porte sem autorização prévia.
"Quem não respeitar a regra toma, pela lei, uma multa de R$ 1 mil na primeira infração, de R$ 2 mil na segunda infração, e, na terceira, a gente caça a licença", afirma Paes.
"Nós não vamos admitir que a praia no Rio de Janeiro se transforme em terra de ninguém", completa o prefeito.
Paes recua e libera música ao vivo e garrafas de vidro em quiosques do RioVenda de alimentos em palitos de madeira, como espetinhos de carne e queijo coalho, segue proibidaBrasil2025-05-27T21:44:45.289ZDepois de muita polêmica, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, voltou atrás em algumas restrições que havia imposto a quem trabalha nas praias cariocas. Depois de serem banidas pela prefeitura, apresentações com música ao vivo voltaram a ser permitidas na orla, mas com volume de som e horário controlados. A proibição às bebidas servidas em garrafas de vidro também foi revogada. Já as barracas instaladas na areia poderão manter o letreiro com o nome, mas padronizado. Depois de uma reunião com representantes de quiosques e barracas, o prefeito revisou o decreto que mudava as regras sobre o comércio nas praias. Paes recuou em alguns pontos, mas manteve restrições que ainda causam polêmica, como a proibição de ambulantes que não sejam cadastrados pelo município. Também continua não sendo permitida a venda de alimentos em palitos de madeira, como os tradicionais espetinhos de carne e queijo coalho. Ciclomotores, patinetes motorizados e veículos similares continuam proibidos no calçadão, assim como food trucks, trailers, tendas e estruturas de grande porte sem autorização prévia. "Quem não respeitar a regra toma, pela lei, uma multa de R$ 1 mil na primeira infração, de R$ 2 mil na segunda infração, e, na terceira, a gente caça a licença", afirma Paes. "Nós não vamos admitir que a praia no Rio de Janeiro se transforme em terra de ninguém", completa o prefeito.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/paes-recua-e-libera-musica-ao-vivo-e-garrafas-de-vidro-em-quiosques-do-rio
Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em SP
Ricardo Salles, André do Prado e Guilherme Derrite aparecem na sequência; na pesquisa espontânea, 81% dos eleitores afirmam que ainda não sabem em quem votar
Operação da PF mira pré-candidato ao Senado no Rio
Márcio Canella (União Brasil), ex-prefeito de Belford Roxo, é um dos alvos da sexta fase da Operação Unha e Carne, contra lavagem de dinheiro em postos do RJ
Brasil fora da Copa: por que a eliminação afeta tanta gente?
Fim da campanha brasileira encerra uma rotina de encontros e convivência criada durante a Copa; especialista explica por que isso mexe com os torcedores