Motoboys envolvidos em espancamento no Rio estão foragidos
Polícia identificou os dois entregadores suspeitos de participar das agressões que mataram Cláudio Rafael Landeiro; dois seguranças já foram presos
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Caroline Vale, com SBT Rio
Ailton José da Silva e Felipe Eduardo dos Santos Silva são procurados. | Divulgação
A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou dois entregadores por aplicativo acusados de participar do espancamento que matou Cláudio Rafael Landeiro, de 37 anos, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva são considerados foragidos.
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Segundo a investigação, os dois tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça do Rio. As ordens de prisão foram emitidas no processo que investiga a morte de Cláudio e os suspeitos vão responder por crime hediondo triplamente qualificado.
Além dos dois entregadores, dois seguranças foram presos na quinta-feira (20). Davi Santos Machado foi detido em Mesquita, na Baixada Fluminense. Imagens de câmeras de segurança mostram o segurança agredindo Cláudio com um pedaço de madeira junto com os dois entregadores.
O outro segurança, Jorge Luiz Ricardo Dias, de 56 anos, se apresentou ao 12º Distrito Policial de Copacabana. Segundo a investigação, ele não participou das agressões, mas foi o responsável pela abordagem inicial e ficou com a bicicleta da irmã de Cláudio.
Espancamento em Copacabana
Cláudio foi agredido no começo da madrugada de 12 de agosto, depois de ser acusado pelos dois seguranças de estar com uma bicicleta que teria sido furtada. A família, porém, afirma que a bicicleta pertencia a uma das irmãs da vítima e que a acusação era falsa.
Além disso, imagens de câmeras de segurança mostram o homem saindo de casa com a bicicleta por volta das 22h20 do dia 11.
O circuito obtido pela Polícia Civil mostra Cláudio sendo abordado e, posteriormente, agredido pelo segurança Davi e pelos dois entregadores Felipe e Ailton. Nas imagens, ele éatingido diversas vezes com pauladas e chutes durante cerca de sete minutos. Mesmo depois de cair no chão e aparentar dificuldade para se levantar, ele continua sendo golpeado.
Depois das agressões, Cláudio foi deixado caído na rua e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
Segundo informações repassadas à família, ele morreu em decorrência de traumatismo craniano e hemorragia interna.
Homem é espancado e morre em Copacabana. | Reprodução/Redes sociais
Família busca justiça
O caso teve repercussão depois que as irmãs de Cláudio passaram a contar a história nas redes sociais. Familiares afirmaram que Cláudio tinha problemas cognitivos, tinha dificuldade de comunicação e fazia acompanhamento.
A mãe da vítima, Ana Luísa, assim como as irmãs, prestaram depoimento nesta semana. Segundo a mãe, Cláudio não tinha antecedentes criminais.
Nessa quinta, Fabiana Motta Landeiro Hansen, uma das irmãs de Cláudio, disse à equipe do SBT Rio que estava aliviada com a prisão dos dois seguranças e esperava que os outros dois suspeitos também fossem presos o quanto antes. "Não descansarei pelo meu irmão, justiça pelo Rafael", afirmou.
O 12º Distrito Policial de Copacabana investiga o caso. A Polícia Civil realiza diligências para localizar Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva.
Motoboys envolvidos em espancamento no Rio estão foragidosPolícia identificou os dois entregadores suspeitos de participar das agressões que mataram Cláudio Rafael Landeiro; dois seguranças já foram presosBrasil2026-08-21T12:24:27.473ZA Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou dois entregadores por aplicativo acusados de participar do , de 37 anos, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva são considerados foragidos. Segundo a investigação, os dois tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça do Rio. As ordens de prisão foram emitidas no processo que investiga a morte de Cláudio e os suspeitos vão responder por crime hediondo triplamente qualificado. Além dos dois entregadores, dois seguranças foram presos na quinta-feira (20). Davi Santos Machado foi detido em Mesquita, na Baixada Fluminense. Imagens de câmeras de segurança mostram o segurança agredindo Cláudio com um pedaço de madeira junto com os dois entregadores. O outro segurança, Jorge Luiz Ricardo Dias, de 56 anos, se apresentou ao 12º Distrito Policial de Copacabana. Segundo a investigação, ele não participou das agressões, mas foi o responsável pela abordagem inicial e ficou com a bicicleta da irmã de Cláudio. Espancamento em Copacabana Cláudio foi agredido no começo da madrugada de 12 de agosto, depois de ser acusado pelos dois seguranças de estar com uma bicicleta que teria sido furtada. A família, porém, afirma que a bicicleta pertencia a uma das irmãs da vítima e que a acusação era falsa. Além disso, imagens de câmeras de segurança mostram o homem saindo de casa com a bicicleta por volta das 22h20 do dia 11. O e, posteriormente, agredido pelo segurança Davi e pelos dois entregadores Felipe e Ailton. Nas imagens, ele é atingido diversas vezes com pauladas e chutes durante cerca de sete minutos. Mesmo depois de cair no chão e aparentar dificuldade para se levantar, ele continua sendo golpeado. Depois das agressões, Cláudio foi deixado caído na rua e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Segundo informações repassadas à família, ele morreu em decorrência de traumatismo craniano e hemorragia interna. Família busca justiça O caso teve repercussão depois que as irmãs de Cláudio passaram a contar a história nas redes sociais. Familiares afirmaram que Cláudio tinha problemas cognitivos, tinha dificuldade de comunicação e fazia acompanhamento. A mãe da vítima, Ana Luísa, assim como as irmãs, prestaram depoimento nesta semana. Segundo a mãe, Cláudio não tinha antecedentes criminais. Nessa quinta, Fabiana Motta Landeiro Hansen, uma das irmãs de Cláudio, disse à equipe do SBT Rio que estava aliviada com a prisão dos dois seguranças e esperava que os outros dois suspeitos também fossem presos o quanto antes. "Não descansarei pelo meu irmão, justiça pelo Rafael", afirmou. O 12º Distrito Policial de Copacabana investiga o caso. A Polícia Civil realiza diligências para localizar Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/motoboys-envolvidos-em-espancamento-no-rio-estao-foragidos