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Monstro da Zona Leste é preso por suspeita de estupro em SP

Nicolas Archanjo Silva é acusado de violência contra mulheres, incluindo menores de idade, e contra animais

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Agência SBT, Renato Barone
Quem é o "Monstro da Zona Leste", preso em SP. | Reprodução

Quem é o "Monstro da Zona Leste", preso em SP. | Reprodução

⚠️ Aviso de conteúdo sensível: esta reportagem aborda temas como violência e abuso sexual e contém informações que podem ser perturbadoras para alguns leitores.

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A Polícia Civil prendeu, na terça-feira (15), Nicolas Archanjo Silva, conhecido nas redes sociais como "Monstro da Zona Leste", no Itaim Paulista, na zona leste de São Paulo. Ele é investigado por suspeita de estupro de vulnerável.

Segundo o boletim de ocorrência, a prisão temporária foi decretada pela Justiça pelo prazo de 30 dias. A ordem foi expedida após requerimento da autoridade policial e anuência do Ministério Público.

O registro da Polícia Civil aponta que Nicolas foi capturado e apresentado ao 67º Distrito Policial, no Jardim Robru. O documento registra a ocorrência como crime consumado e também como captura de procurado.

A audiência de custódia foi realizada na tarde de terça. Segundo o termo judicial, não foram identificadas irregularidades no cumprimento da prisão nem elementos que indicassem tortura ou maus-tratos. Após a audiência, foi determinado o encaminhamento do preso ao Instituto Médico Legal e a redistribuição do processo ao juízo competente para o prosseguimento do caso.

A investigação, conforme as informações fornecidas pela Polícia Civil, começou após denúncias feitas nas redes sociais. Nicolas seria integrante de um grupo online que promovia violência contra mulheres, incluindo menores de idade, e contra animais, além de induzimento à automutilação, estupros virtuais e coação com uso de sangue de vítimas.

As investigações demonstraram que o investigado utilizava o nome "NARO” nas redes e exercia a liderança do grupo.

Ainda de acordo com a apuração policial, em 17 de agosto ele teria cometido o estupro de uma menor e divulgado imagens do crime. O caso segue sob investigação.

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