Ministério Público e Polícia Civil investigam incêndio em fábrica no Rio de Janeiro
Bombeiros levaram 28 horas para controlar o incêndio, iniciado em tanques que guardavam 360 mil litros de óleo
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Léo Sant'anna
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Os bombeiros levaram 28 horas para controlar o incêndio, iniciado em tanques que guardavam 360 mil litros de óleo. A empresa informou que não houve vítimas e que todos os protocolos de segurança foram adotados.
O Instituto Estadual do Ambiente usou dois quilômetros de barreiras para conter produtos químicos que vazaram na Baía de Guanabara.
Ambientalistas defendem que a fábrica seja transferida para um complexo industrial, fora da Ilha do Governador. Isso porque, além dos riscos ambientais, essa região concentra instalações estratégicas para a cidade, como o Aeroporto Internacional do Galeão e o principal campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
"Esse transporte diário de cerca de 250 carretas do tipo bitrem, cada uma delas com cerca de 50 a 70 mil litros de combustíveis, insumos inflamáveis que podem provocar incêndios, explosões", afirma o ambientalista Sérgio Ricardo, da ONG Baía Viva.
A ONG, em 2019, encaminhou uma denúncia ao Ministério Público Estadual alertando para possíveis desastres. A promotoria chegou a abrir uma investigação, que foi arquivada quatro anos depois. Com o incêndio, o processo agora foi retomado.
Em outra frente, o MP iniciou, em 2013, uma ação civil pública contra a empresa controladora da fábrica na época., mas, até hoje, não houve acordo para a assinatura de um termo de ajustamento de conduta.
Ministério Público e Polícia Civil investigam incêndio em fábrica no Rio de JaneiroBombeiros levaram 28 horas para controlar o incêndio, iniciado em tanques que guardavam 360 mil litros de óleoBrasil2025-02-10T22:13:39.864ZO Ministério Público e a Polícia Civil do Rio de Janeiro investigam as causas do , bairro da zona norte do Rio de Janeiro, no sábado (8). Os bombeiros levaram 28 horas para controlar o incêndio, iniciado em tanques que guardavam 360 mil litros de óleo. A empresa informou que não houve vítimas e que todos os protocolos de segurança foram adotados. O Instituto Estadual do Ambiente usou dois quilômetros de barreiras para conter produtos químicos que vazaram na Baía de Guanabara. Ambientalistas defendem que a fábrica seja transferida para um complexo industrial, fora da Ilha do Governador. Isso porque, além dos riscos ambientais, essa região concentra instalações estratégicas para a cidade, como o Aeroporto Internacional do Galeão e o principal campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "Esse transporte diário de cerca de 250 carretas do tipo bitrem, cada uma delas com cerca de 50 a 70 mil litros de combustíveis, insumos inflamáveis que podem provocar incêndios, explosões", afirma o ambientalista Sérgio Ricardo, da ONG Baía Viva. A ONG, em 2019, encaminhou uma denúncia ao Ministério Público Estadual alertando para possíveis desastres. A promotoria chegou a abrir uma investigação, que foi arquivada quatro anos depois. Com o incêndio, o processo agora foi retomado. Em outra frente, o MP iniciou, em 2013, uma ação civil pública contra a empresa controladora da fábrica na época., mas, até hoje, não houve acordo para a assinatura de um termo de ajustamento de conduta.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/ministerio-publico-e-policia-civil-investigam-incendio-em-fabrica-no-rio-de-janeiro