Mãe e filho se reencontram após explosão de lancha em Cabo Frio (RJ)
Nayara Andrade, 22, e Jean Andrade, de 1 ano, estavam na embarcação que explodiu no último dia 17, quando passava pela Ilha do Japonês
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Iris Tavares
25/06/2024, 16:38 • Atualizado em 25/06/2024, 16:38
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Nayara Tayslane é mãe do pequeno Jean Andrade, de um ano | Alex Alves
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Um reencontro emocionante marcou o cotidiano no Hospital Estadual Aberto Torres (HEAT), nessa segunda-feira (24). Há uma semana, a jovem Nayara Taislane Andrade, de 22 anos, e o filho dela Jean Andrade, de um ano e cinco meses, passeavam de lancha pela Ilha do Japonês, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, quando a embarcação explodiu. Ontem, a mulher foi levada para a sala pediátrica do hospital onde os dois estão internados desde o último dia 17 para visitar o bebê.
As imagens do reencontro foram compartilhadas pela equipe do hospital. Em um vídeo, é possível ver que o bebê segura a mão da mãe e interage aos estímulos dela.
Reencontro foi compartilhado pela equipe médica do Hospital Estadual Alberto Torres
"Graças a Deus meu filho está bem... Meu coração está muito aliviado. Só tenho que agradecer aos médicos, minha irmã e Jesus por terem cuidado do meu filho. Ele está bem. Está melhorando. Graças a Deus", diz Nayara Andrade.
Dos dez tripulantes capixabas que estavam na lancha, dois morreram nos últimos dias: Aleksandro Leão Vieira, de 36 anos, e Davi Freire Zerbone, 4, que estavam internados no Hospital Roberto Chabo, em Araruama, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.
No hospital, Nayara Andrade contou que a embarcação explodiu logo após o piloto abastecer a lancha.
Segundo o engenheiro de segurança de petróleo e gás Gerardo Portela, a principal causa de explosão de lanchas é o abastecimento de combustível fora dos procedimentos de segurança.
"O abastecimento de combustível fora dos procedimentos de segurança, muitas vezes através de transbordo de vasilhames e reservatórios improvisados, causa derrames de combustível. Após derramado, o combustível se volatiliza rapidamente, principalmente no calor, formando uma nuvem do produto pronta para ignitar quando é dada a partida do motor, podendo gerar incêndio e explosão", explica.
Outros feridos
Ana Livia Pimentel, 5, e Caroline Pimentel, 28, também estão internadas no HEAT em estado estável. Ainda não há previsão de alta para nenhum dos pacientes da unidade.
A grávida Letícia Sampaio Freire, 25, foi transferida do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói (RJ), para uma unidade de saúde do Espírito Santo.
Mãe e filho se reencontram após explosão de lancha em Cabo Frio (RJ)Nayara Andrade, 22, e Jean Andrade, de 1 ano, estavam na embarcação que explodiu no último dia 17, quando passava pela Ilha do JaponêsBrasil2024-06-25T16:38:01.890ZUm reencontro emocionante marcou o cotidiano no Hospital Estadual Aberto Torres (HEAT), nessa segunda-feira (24). Há uma semana, a jovem Nayara Taislane Andrade, de 22 anos, e o filho dela Jean Andrade, de um ano e cinco meses, passeavam de lancha pela Ilha do Japonês, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, quando a embarcação explodiu. Ontem, a mulher foi levada para a sala pediátrica do hospital onde os dois estão internados desde o último dia 17 para visitar o bebê. As imagens do reencontro foram compartilhadas pela equipe do hospital. Em um vídeo, é possível ver que o bebê segura a mão da mãe e interage aos estímulos dela. "Graças a Deus meu filho está bem... Meu coração está muito aliviado. Só tenho que agradecer aos médicos, minha irmã e Jesus por terem cuidado do meu filho. Ele está bem. Está melhorando. Graças a Deus", diz Nayara Andrade. Dos dez tripulantes capixabas que estavam na lancha, dois morreram nos últimos dias: Aleksandro Leão Vieira, de 36 anos, e Davi Freire Zerbone, 4, que estavam internados no Hospital Roberto Chabo, em Araruama, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. No hospital, Nayara Andrade contou que a embarcação explodiu logo após o piloto abastecer a lancha. Segundo o engenheiro de segurança de petróleo e gás Gerardo Portela, a principal causa de explosão de lanchas é o abastecimento de combustível fora dos procedimentos de segurança. "O abastecimento de combustível fora dos procedimentos de segurança, muitas vezes através de transbordo de vasilhames e reservatórios improvisados, causa derrames de combustível. Após derramado, o combustível se volatiliza rapidamente, principalmente no calor, formando uma nuvem do produto pronta para ignitar quando é dada a partida do motor, podendo gerar incêndio e explosão", explica. Outros feridos Ana Livia Pimentel, 5, e Caroline Pimentel, 28, também estão internadas no HEAT em estado estável. Ainda não há previsão de alta para nenhum dos pacientes da unidade. A grávida Letícia Sampaio Freire, 25, foi transferida do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói (RJ), para uma unidade de saúde do Espírito Santo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/mae-e-filho-se-reencontram-apos-explosao-de-lancha-em-cabo-frio-rj
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