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TJ-SP nega pedido de habeas corpus de Deolane, diz advogado

Segundo a defesa, o tribunal entendeu que não havia motivos para substituir a prisão preventiva por domiciliar

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Naiara Ribeiro
A influenciadora Deolane Bezerra foi presa no dia 21 de maio | Reprodução/Redes sociais

A influenciadora Deolane Bezerra foi presa no dia 21 de maio | Reprodução/Redes sociais

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou, neste sábado (18), um novo pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da influenciadora e advogada Deolane Bezerra. Presa preventivamente na Operação Vérnix, ela pedia para cumprir prisão domiciliar. A informação foi confirmada pelo advogado da influenciadora ao SBT News.

Em nota, a defesa disse que "respeitamos a decisão do TJSP mas não nos conformamos e seguiremos lutando pela defesa da prerrogativa e da liberdade. Deolane sempre esteve à disposição da Justiça e seguirá colaborando com as autoridades, confiante de que sua inocência será plenamente demonstrada nos autos." E termina: " A defesa está certa de que, ao final do processo, todos os fatos serão devidamente esclarecidos."

Procurado, o Tribunal de Justiça de São Paulo se limitou a dizer em nota que o processo tramita sob segredo de Justiça.

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Segundo a defesa, o pedido apontava irregularidades nas condições em que Deolane está presa e "sustenta que a cela em que ela se encontra não corresponde ao que estabelece a legislação".

Leia a nota completa: "A defesa de Deolane Bezerra recebe com serenidade a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que denegou o Habeas Corpus impetrado em seu favor. A medida tinha por objeto assegurar a prerrogativa que lhe assiste, na condição de advogada, de permanecer em Sala de Estado-Maior ou em instalações compatíveis, nos termos da Lei nº 8.906/1994 (Estatuto da Advocacia e da OAB).

Com base em duas inspeções realizadas in loco pela OAB, a defesa sustenta que a cela em que ela se encontra não corresponde ao que estabelece a legislação.

Respeitamos a decisão do TJSP mas não nos conformamos e seguiremos lutando pela defesa da prerrogativa e da liberdade. Deolane sempre esteve à disposição da Justiça e seguirá colaborando com autoridades, confiante de que sua inocência sera plenamente demonstrada nos autos. A defesa está certa de que, ao final do processo, todos os fatos serão devidamente esclarecidos."

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