IML conclui liberação dos corpos de mortos em megaoperação no RJ
Ação deixou 121 mortos, incluindo nove chefes do Comando Vermelho e quatro policiais
Camila Stucaluc
Corpos trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, após operação policial no Rio de Janeiro | Tomaz Silva /Agência Brasil
O Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiroconcluiu a liberação dos corpos dos suspeitos mortos na megaoperação realizada nos complexos do Alemão e da Penha na última terça-feira (28). A informação foi divulgada pela Defensoria Pública do Estado, que disse seguir acompanhando o caso e prestando assistência às famílias.
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Ao todo, a ação, que teve como objetivo conter o avanço territorial do Comando Vermelho (CV), deixou 121 mortos, incluindo nove chefes da facção criminosa e quatro policiais. Outros 113 suspeitos foram presos, enquanto 118 armas foram apreendidas, além de munições, explosivos, drogas e equipamentos militares usados por grupos criminosos.
“Temos ouvido e acolhido os moradores dos locais afetados e os familiares das vítimas fatais, buscando assegurar que cada relato contribua para a necessária resposta institucional à violência estatal nunca antes vista. Nossas equipes seguem mobilizadas numa força-tarefa para garantir o respeito às garantias constitucionais, à transparência dos atos estatais e à proteção de populações vulneráveis”, disse a Defensoria.
Moraes ainda marcou, para quarta-feira (5), uma audiência conjunta na Primeira Turma do STF para discutir a megaoperação. Devem participar órgãos e entidades da sociedade civil como o Conselho Nacional de Direitos Humanos, a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e o Instituto Anjos da Liberdade.
IML conclui liberação dos corpos de mortos em megaoperação no RJ Ação deixou 121 mortos, incluindo nove chefes do Comando Vermelho e quatro policiaisBrasil2025-11-03T06:27:00.000ZO Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro concluiu a liberação dos corpos dos suspeitos mortos na na última terça-feira (28). A informação foi divulgada pela Defensoria Pública do Estado, que disse seguir acompanhando o caso e prestando assistência às famílias. Ao todo, a ação, que teve como objetivo conter o avanço territorial do Comando Vermelho (CV), deixou 121 mortos, incluindo nove chefes da facção criminosa e quatro policiais. Outros 113 suspeitos foram presos, enquanto 118 armas foram apreendidas, além de munições, explosivos, drogas e equipamentos militares usados por grupos criminosos. No domingo (2), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o . A medida atende a um pedido da Defensoria, que visa garantir a averiguação da ação por parte do Ministério Público, devido ao alto número de mortos. “Temos ouvido e acolhido os moradores dos locais afetados e os familiares das vítimas fatais, buscando assegurar que cada relato contribua para a necessária resposta institucional à violência estatal nunca antes vista. Nossas equipes seguem mobilizadas numa força-tarefa para garantir o respeito às garantias constitucionais, à transparência dos atos estatais e à proteção de populações vulneráveis”, disse a Defensoria. Moraes ainda marcou, para quarta-feira (5), uma audiência conjunta na Primeira Turma do STF para discutir a megaoperação. Devem participar órgãos e entidades da sociedade civil como o Conselho Nacional de Direitos Humanos, a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e o Instituto Anjos da Liberdade.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/iml-conclui-liberacao-dos-corpos-de-mortos-em-megaoperacao-no-rj
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