Filho de prefeito de Jequitinhonha é um dos mortos em queda de avião em BH
Além de Fernando Moreira Souto, de 35 anos, o piloto da aeronave, Wellington de Oliveira Pereira, de 33 anos, também morreu no local

Fernando Moreira Souto, de 35 anos, filho do prefeito de Jequitinhonha, Nilo Souto (PDT) | Foto: Reprodução Instagram/Reprodução CBMMG
Fernando Moreira Souto, de 36 anos, filho do prefeito de Jequitinhonha, Nilo Souto (PDT), está entre as vítimas fatais da queda de avião em Belo Horizonte. O acidente ocorreu na tarde desta segunda-feira (4), no bairro Silveira, região nordeste da capital mineira.
Imagens mostram o momento em que o avião de pequeno porte caiu e bateu em um prédio. Além de Fernando, o piloto, Wellington de Oliveira Pereira, de 34 anos, também morreu no local.
Ao todo, cinco pessoas estavam a bordo. Os sobreviventes foram identificados como Arthur Shaper Berganholi, de 25 anos, natural de Teófilo Otoni; Leonardo Berganholi Martins, de 50 anos; e Hemerson Cleiton Almeida Souza, de 53 anos.
Segundo informações iniciais da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Arthur teve apenas uma fratura no pé. Não há atualizações sobre o estado de saúde dos demais sobreviventes. Eles foram socorridos em estado grave e encaminhados ao Hospital João XXIII.
O avião saiu às 12h16 do Aeroporto da Pampulha, também na capital mineira, com destino ao Campo de Marte, em São Paulo. Após atingir o prédio residencial de quatro andares, na rua Ilacir Pereira Lima, a aeronave caiu na garagem de um supermercado vizinho ao edifício.
Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o avião estava em situação normal e tinha capacidade para transportar cinco passageiros. Entretanto, a aeronave, que tinha como operador a empresa iNet Telecomunicações, estava proibida de operar como Táxi Aéreo.
'Muita poeira e cheiro de óleo queimando'
Ao SBT News, a médica veterinária Sophia Saúde, de 27 anos, que mora a um quarteirão do local do acidente, descreveu momentos de tensão. Ela conta que estava em casa no momento do impacto e que ouviu um barulho semelhante a uma batida de carro.
Em um primeiro momento, Sophia não deu muita importância, mas ao perceber a movimentação na rua, decidiu descer para verificar o que havia acontecido. Ela relata que chegou a presenciar os dois sobreviventes sendo colocados em uma ambulância do Samu.
"Tinha muita poeira, cheiro de óleo queimado. E muita aglomeração, polícia e imprensa chegado, bombeiros isolando o local", afirma.
"Escutei relato de um morador dizendo que a sorte foi que os moradores do terceiro andar estavam viajando e não tinha ninguém em casa. Então começaram a retirar as pessoas de dentro do prédio. Vi dois homens sendo retirados", acrescenta.















