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Escola suspende aulas após cinco alunos serem diagnosticados com H1N1 em SP

Colégio particular na zona oeste da capital suspendeu as atividades da turma por dois dias; doença pode causar desde quadros leves até complicações graves

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Cinco alunos de uma escola particular na zona oeste de São Paulo foram diagnosticados com H1N1, o que levou à suspensão temporária das aulas presenciais da turma.

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Segundo a direção do grupo educacional Ábaco, a decisão foi tomada como forma de prevenção. A suspensão das aulas por dois dias permite que alunos e famílias adotem medidas de proteção, como monitoramento de sintomas e cuidados com a higiene.

O H1N1 é uma variante do vírus influenza A e pode causar desde quadros leves até complicações graves, como pneumonia. Os principais sintomas incluem febre, dor de garganta, tosse, dores no corpo e na cabeça e fadiga. Em casos mais graves, podem surgir complicações como sinusite, otite, desidratação e agravamento de doenças crônicas.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, São Paulo registrou 124 casos de síndrome respiratória aguda grave neste ano. Em todo o estado, o número se aproxima de 5 mil casos.

Especialistas apontam que o comportamento dos vírus respiratórios mudou nos últimos anos. Segundo a infectologista do Hospital Sírio-Libanês, Carla Kobayashi, houve uma alteração no padrão sazonal após a pandemia de Covid-19, com surtos podendo ocorrer fora do período tradicional.

A vacinação segue como a principal forma de prevenção contra o H1N1. Neste ano, a campanha foi antecipada em estados como Santa Catarina e Ceará. No restante do país, a imunização começa no fim de março, com o Dia D marcado para 28 de março. A mobilização segue até o fim de maio.

Como se proteger do vírus?

Pais de alunos já redobraram os cuidados em casa. Entre eles, estão lavar as mãos com frequência, evitar levar objetos à boca e procurar vacinação.

A orientação de especialistas é que qualquer sintoma gripal seja monitorado, especialmente em crianças e idosos.

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