COP30: PF identifica mais de mil drones não autorizados e impede 124 sobrevoos irregulares
Polícia Federal divulgou nesta quarta (12) dados parciais sobre detecção e mitigação de ARPs na conferência climática em Belém
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SBT News
12/11/2025, 12:40 • Atualizado em 12/11/2025, 12:42
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Ações são dirigidas pela Polícia Federal e contam com participação das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança pública | Divulgação/PF
A Polícia Federal (PF) informou nesta quarta-feira (12) que identificou 1.105 drones não autorizados em "áreas sensíveis" na COP30 e impediu 124 tentativas de sobrevoo irregular em pontos de "interesse estratégico", como Aeroporto Internacional de Belém, Parque da Cidade e Porto de Outeiro.
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Esses dados referentes à detecção e mitigação de aeronaves remotamente pilotadas (ARPs) cobrem período de 31 de outubro a 10 de novembro, dia de abertura da conferência climática da Organização das Nações Unidas (ONU).
A PF reforçou em nota que "pilotagem de drones está terminantemente proibida nas áreas de interesse da conferência e da segurança presidencial". "Especialmente nas proximidades do Aeroporto Internacional de Belém, Parque da Cidade, Porto Miramar, Porto de Outeiro e locais onde se encontrar o presidente da República", completou.
Uso não autorizado de drones é considerado infração administrativa e pode configurar crime previsto na legislação penal e aeronáutica, com possíveis sanções civis, penais e administrativas.
Ações de defesa e proteção aérea na COP30 são coordenadas pelo Centro Integrado de Controle de Aeronaves Remotamente Pilotadas e Contramedidas (CIC-ARP/CM), sob direção da PF, e contam com participação das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança pública.
COP30: PF identifica mais de mil drones não autorizados e impede 124 sobrevoos irregularesPolícia Federal divulgou nesta quarta (12) dados parciais sobre detecção e mitigação de ARPs na conferência climática em BelémBrasil2025-11-12T12:40:06.283ZA Polícia Federal (PF) informou nesta quarta-feira (12) que identificou 1.105 drones não autorizados em "áreas sensíveis" na COP30 e impediu 124 tentativas de sobrevoo irregular em pontos de "interesse estratégico", como Aeroporto Internacional de Belém, Parque da Cidade e Porto de Outeiro. Esses dados referentes à detecção e mitigação de aeronaves remotamente pilotadas (ARPs) cobrem período de 31 de outubro a 10 de novembro, dia de abertura da conferência climática da Organização das Nações Unidas (ONU). A PF reforçou em nota que "pilotagem de drones está terminantemente proibida nas áreas de interesse da conferência e da segurança presidencial". "Especialmente nas proximidades do Aeroporto Internacional de Belém, Parque da Cidade, Porto Miramar, Porto de Outeiro e locais onde se encontrar o presidente da República", completou. Uso não autorizado de drones é considerado infração administrativa e pode configurar crime previsto na legislação penal e aeronáutica, com possíveis sanções civis, penais e administrativas. Ações de defesa e proteção aérea na COP30 são coordenadas pelo Centro Integrado de Controle de Aeronaves Remotamente Pilotadas e Contramedidas (CIC-ARP/CM), sob direção da PF, e contam com participação das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança pública.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/cop-30-pf-identifica-mais-de-mil-drones-nao-autorizados-e-impede-124-sobrevoos-irregulares
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