João Munhoz Neto deve seguir medidas cautelares determinadas pela Justiça
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Isaque Teles
Isabelle Caractisti, à esquerda, e o namorado, João Munhoz Neto, à direita | Foto: Reprodução/Se liga, Brasil - 21.09.2026
João Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi, foi solto na tarde dessa quinta-feira (1º) após a Justiça do Ceará revogar sua prisão preventiva. Ele é suspeito de violência psicológica contra a namorada e indução ao suicídio.
De acordo com o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), o suspeito deve seguir medidas cautelares, como manter distância da família de Isabelle e utilizar tornozeleira eletrônica. Ele está proibido de sair de Fortaleza.
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Isabelle conseguiu um estágio em julho, em um escritório de advocacia de Fortaleza. De acordo com a mãe, Isorlanda, João Munhoz, que era chefe da garota, fazia muitos elogios e ficou bem próximo dela.
Em menos de 10 dias após começar no escritório, de acordo com a mãe, Isabelle disse que estava namorando o chefe. A mãe afirma que achou estranho a rapidez dos fatos e decidiu conhecer o rapaz.
Após conhecê-lo, a mãe ficou mais aliviada, mas ainda achava estranha a velocidade com que o relacionamento havia começado. Em pouco tempo depois, os dois começaram a morar juntos.
A mãe comentou que o comportamento de João era controlador e que familiares chegaram a conversar com Isabelle sobre isso.
Na noite de sua morte, Isabelle mandou uma última mensagem às 19h22, dizendo: "Mãe, eu te amo", e não enviou um recado de boa noite, o que era comum entre mãe e filha. No dia seguinte, Isorlanda tentou contato com a filha e com o namorado, mas sem sucesso. Ao ir à casa dos dois, ela recebeu a notícia da morte de Isabelle.
Caso Isabelle: Justiça libera namorado suspeito João Munhoz Neto deve seguir medidas cautelares determinadas pela JustiçaBrasil2026-10-02T18:46:52.478ZJoão Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi foi solto na tarde dessa quinta-feira (1º) após a Justiça do Ceará revogar sua prisão preventiva. Ele é suspeito de violência psicológica contra a namorada e indução ao suicídio. no pátio do condomínio onde morava com João, em Fortaleza. De acordo com o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), o suspeito deve seguir medidas cautelares, como manter distância da família de Isabelle e utilizar tornozeleira eletrônica. Ele está proibido de sair de Fortaleza. Até o momento, 28 pessoas já prestaram depoimento, e a Perícia Forense concluiu 13 laudos sobre o caso. + Começo de tudo Isabelle conseguiu um estágio em julho, em um escritório de advocacia de Fortaleza. De acordo com a mãe, Isorlanda, João Munhoz, que era chefe da garota, fazia muitos elogios e ficou bem próximo dela. Em menos de 10 dias após começar no escritório, de acordo com a mãe, Isabelle disse que estava namorando o chefe. A mãe afirma que achou estranho a rapidez dos fatos e decidiu conhecer o rapaz. Após conhecê-lo, a mãe ficou mais aliviada, mas ainda achava estranha a velocidade com que o relacionamento havia começado. Em pouco tempo depois, os dois começaram a morar juntos. A mãe comentou que o comportamento de João era controlador e que familiares chegaram a conversar com Isabelle sobre isso. Na noite de sua morte, Isabelle mandou uma última mensagem às 19h22, dizendo: "Mãe, eu te amo", e não enviou um recado de boa noite, o que era comum entre mãe e filha. No dia seguinte, Isorlanda tentou contato com a filha e com o namorado, mas sem sucesso. Ao ir à casa dos dois, ela recebeu a notícia da morte de Isabelle. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/caso-isabelle-justica-revoga-prisao-de-suspeito-do-crime
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