Caso Gisele: tenente-coronel pode ser expulso da PM
Testemunhas de defesa foram ouvidas no processo que pode levar à expulsão de Geraldo Neto da corporação
Naiara Ribeiro, Agência SBT
Tenente-coronel foi gravado por câmera corporal de PM após tomar banho | Reprodução
O Conselho de Justificação (CJ) da Polícia Militar (PM) de São Paulo ouviu, nesta quarta-feira (30), testemunhas de defesa no processo que pode resultar na expulsão do tenente-coronel Geraldo Neto da corporação. A informação foi confirmada pelo advogado Miguel da Silva Jr., que representa a família da PM Gisele Alves Santana.
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Com a conclusão dos depoimentos das testemunhas de defesa e acusação, o Conselho de Justificação deve marcar agora o depoimento de Geraldo Neto. A Secretaria da Segurança Pública informou que o processo tramita sob sigilo e, por isso, o conteúdo dos depoimentos não será divulgado.
Depois da decisão do Conselho, o caso será encaminhado ao Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, responsável pela decisão final sobre a manutenção ou cassação da patente do tenente-coronel.
Entre os elementos citados pelos investigadores estão vestígios de sangue considerados incompatíveis com o relato apresentado pelo policial e sinais de tentativa de ocultação de provas.
Após denúncia do Ministério Público, a Justiça aceitou a acusação e tornou Geraldo Leite réu em 18 de julho. Ele responde por feminicídio qualificado, em contexto de violência doméstica, com agravantes de motivo torpe e uso de recurso que teria dificultado a defesa da vítima.
O tenente-coronel também responde por fraude processual pela suposta alteração da cena do crime.
Caso Gisele: tenente-coronel pode ser expulso da PMTestemunhas de defesa foram ouvidas no processo que pode levar à expulsão de Geraldo Neto da corporação Brasil2026-10-01T09:47:21.467ZO Conselho de Justificação (CJ) da Polícia Militar (PM) de São Paulo ouviu, nesta quarta-feira (30), testemunhas de defesa no processo que pode resultar na expulsão do tenente-coronel Geraldo Neto da corporação. A informação foi confirmada pelo advogado Miguel da Silva Jr., que representa a família da PM Gisele Alves Santana. , acusado de matar a esposa com um tiro na cabeça, em fevereiro deste ano. O caso ocorreu no apartamento onde o casal vivia, no Brás, região central de São Paulo. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! . Com a conclusão dos depoimentos das testemunhas de defesa e acusação, o Conselho de Justificação deve marcar agora o depoimento de Geraldo Neto. A Secretaria da Segurança Pública informou que o processo tramita sob sigilo e, por isso, o conteúdo dos depoimentos não será divulgado. Depois da decisão do Conselho, o caso será encaminhado ao Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, responsável pela decisão final sobre a manutenção ou cassação da patente do tenente-coronel. Relembre o caso , no apartamento onde vivia, no Brás, região central de São Paulo. Inicialmente, . A investigação da Polícia Civil e os laudos periciais, porém, contestaram essa versão e apontaram indícios de que o tenente-coronel matou a companheira e alterou a cena do crime. Entre os elementos citados pelos investigadores estão vestígios de sangue considerados incompatíveis com o relato apresentado pelo policial e sinais de tentativa de ocultação de provas. Após denúncia do Ministério Público, a Justiça aceitou a acusação e tornou Geraldo Leite réu em 18 de julho. Ele responde por feminicídio qualificado, em contexto de violência doméstica, com agravantes de motivo torpe e uso de recurso que teria dificultado a defesa da vítima. O tenente-coronel também responde por fraude processual pela suposta alteração da cena do crime. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/caso-gisele-tenente-coronel-pode-ser-expulso-da-pm
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