Brasil registra 28 mortes a cada bilhão de km rodados, aponta estudo
Alta interrompe queda desde 2011; motociclistas lideram risco e Norte e Nordeste concentram os piores índices
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SBT Brasil
25/04/2026, 23:02 • Atualizado em 25/04/2026, 23:02
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São Paulo aprova isenção de IPVA para motos de até 180 cilindradas a partir de 2026 | Reprodução
Após uma longa tendência de queda, as mortes no trânsito voltaram a subir no Brasil, segundo um levantamento inédito divulgado nesta semana. Os motociclistas aparecem entre as principais vítimas.
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Em 2024, o país registrou 28 mortes por bilhão de quilômetros percorridos, indicador que considera a exposição real ao risco. O número é superior ao de 2023 e interrompe a sequência de queda observada desde 2011, indicando que os óbitos cresceram acima da circulação de veículos.
Segundo o especialista em trânsito Bruno Abner, há forte desigualdade regional nos indicadores.
"Vemos uma diferença muito grande de indicadores com base em diferentes regiões do país. É cinco vezes mais arriscado morrer no trânsito no Piauí do que no Distrito Federal. Isso é muito associado à questão da educação, fiscalização e característica da frota."
O estudo também aponta que estados do Norte e Nordeste concentram os maiores níveis de risco. Outro ponto central é a vulnerabilidade dos motociclistas. Em 2024, a taxa de mortes nesse grupo chegou a 45,64 por bilhão de quilômetros — mais de três vezes superior à de ocupantes de automóveis.
Brasil registra 28 mortes a cada bilhão de km rodados, aponta estudo Alta interrompe queda desde 2011; motociclistas lideram risco e Norte e Nordeste concentram os piores índicesBrasil2026-04-25T23:02:51.434ZApós uma longa tendência de queda, as mortes no trânsito voltaram a subir no Brasil, segundo um levantamento inédito divulgado nesta semana. Os motociclistas aparecem entre as principais vítimas. Em 2024, o país registrou 28 mortes por bilhão de quilômetros percorridos, indicador que considera a exposição real ao risco. O número é superior ao de 2023 e interrompe a sequência de queda observada desde 2011, indicando que os óbitos cresceram acima da circulação de veículos. Segundo o especialista em trânsito Bruno Abner, há forte desigualdade regional nos indicadores. "Vemos uma diferença muito grande de indicadores com base em diferentes regiões do país. É cinco vezes mais arriscado morrer no trânsito no Piauí do que no Distrito Federal. Isso é muito associado à questão da educação, fiscalização e característica da frota." O estudo também aponta que estados do Norte e Nordeste concentram os maiores níveis de risco. Outro ponto central é a vulnerabilidade dos motociclistas. Em 2024, a taxa de mortes nesse grupo chegou a 45,64 por bilhão de quilômetros — mais de três vezes superior à de ocupantes de automóveis.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/brasil-registra-28-mortes-a-cada-bilhao-de-km-rodados-aponta-estudo
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