Bolsonaro vai à praia e tira foto com apoiadores um dia após operação da PF contra plano de golpe
De acordo com investigadores, presos arquitetaram o assassinato de Lula, Alckmin e Moraes para manter ex-presidente no poder
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Gabriella Furquim
20/11/2024, 19:41 • Atualizado em 20/11/2024, 19:41
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Um dia após a Polícia Federal (PF) deflagrar a Operação Contragolpe, que prendeu militares suspeitos de tramar um plano para matar Lula, Alckmin e Moraes e manter Jair Bolsonaro no poder, o ex-presidente foi à praia e tirou fotos com apoiadores.
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As imagens foram compartilhadas por apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais. O ex-presidente está em São Miguel dos Milagres, em Alagoas. Nos registros, o ex-presidente não comenta a operação.
O plano de assassinato foi descoberto pela PF, que prendeu quatro militares e um agente da própria corporação por envolvimento no caso. As execuções seriam feitas em 15 de dezembro de 2022 – três dias após a diplomação de Lula.
A ideia seria impedir a posse do governo eleito no pleito de outubro do mesmo ano. O grupo previa os assassinatos com uso de um arsenal de guerra, incluindo uma metralhadora belga/norte-americana M249, fuzis e lança-granadas. Uma possível morte por envenenamento também foi cogitada pelos organizadores do esquema.
Bolsonaro vai à praia e tira foto com apoiadores um dia após operação da PF contra plano de golpeDe acordo com investigadores, presos arquitetaram o assassinato de Lula, Alckmin e Moraes para manter ex-presidente no poderBrasil2024-11-20T19:41:56.677ZUm dia após a Polícia Federal (PF) deflagrar a Operação Contragolpe, que prendeu militares suspeitos de tramar um plano para matar Lula, Alckmin e Moraes e manter Jair Bolsonaro no poder, o ex-presidente foi à praia e tirou fotos com apoiadores. As imagens foram compartilhadas por apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais. O ex-presidente está em São Miguel dos Milagres, em Alagoas. Nos registros, o ex-presidente não comenta a operação. O plano de assassinato foi descoberto pela PF, que prendeu quatro militares e um agente da própria corporação por envolvimento no caso. As execuções seriam feitas em 15 de dezembro de 2022 – três dias após a diplomação de Lula. A ideia seria impedir a posse do governo eleito no pleito de outubro do mesmo ano. O grupo previa os assassinatos com uso de um arsenal de guerra, incluindo uma metralhadora belga/norte-americana M249, fuzis e lança-granadas. Uma possível morte por envenenamento também foi cogitada pelos organizadores do esquema. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/bolsonaro-vai-a-praia-e-tira-foto-com-apoiadores-um-dia-apos-operacao-da-pf-contra-plano-de-golpe
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