Após altas seguidas, dólar cai quase 2% com falas de Lula e Haddad
Sinais mais positivos da inflação nos Estados Unidos e compromisso do presidente com equilíbrio das contas públicas influenciaram trégua
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Samir Mello
03/07/2024, 21:40 • Atualizado em 03/07/2024, 21:51
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Após altas seguidas, o dólar voltou a cair nesta quarta-feira (3). Freepik
Após altas seguidas, o dólar voltou a cair nesta quarta-feira (3), fechando o dia com queda de 1,71%, cotado a R$ 5,56. A desvalorização da moeda americana acontece após sinais positivos nos cenários externo e interno. Nos Estados Unidos, dados mostram maior controle da inflação – o que pode levar o Federal Reserve, o Banco Central americano, a cortar a taxa de juros por lá, o que favorece o Brasil. No Brasil, as reuniões entre o presidente Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a equipe econômica do governo reduziram os temores dos investidores.
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Nessa terça (2), o dólar chegou a ser negociado a R$ 5,70, fechando o dia em R$ 5,66, o maior valor em dois anos e meio. A alta refletiu críticas recentes de Lula ao Banco Central e ao seu atual presidente, Roberto Campos Neto.
As altas fizeram Haddad e Lula reagir, convocando as reuniões. O presidente, em entrevista na terça-feira (2), chegou a afirmar que existia um “jogo de interesse especulativo” contra o real.
Fernando Haddad disse que o "compromisso" de Lula como o equilíbrio entre receitas e despesas vai frear a valorização do dólar em relação ao real. “Minha análise é que o câmbio vai acomodar. Tudo que nós estamos fazendo, entregando, e os compromissos do presidente Lula vão fazer o câmbio acomodar”, disse o ministro da Fazenda.
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, fechou em alta de 0,7%.
Após altas seguidas, dólar cai quase 2% com falas de Lula e HaddadSinais mais positivos da inflação nos Estados Unidos e compromisso do presidente com equilíbrio das contas públicas influenciaram trégua
Brasil2024-07-03T21:40:46.643ZApós altas seguidas, o dólar voltou a cair nesta quarta-feira (3), fechando o dia com queda de 1,71%, cotado a R$ 5,56. A desvalorização da moeda americana acontece após sinais positivos nos cenários externo e interno. Nos Estados Unidos, dados mostram maior controle da inflação – o que pode levar o Federal Reserve, o Banco Central americano, a cortar a taxa de juros por lá, o que favorece o Brasil. No Brasil, as reuniões entre o presidente Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a equipe econômica do governo reduziram os temores dos investidores. Nessa terça (2), o dólar chegou a ser negociado a R$ 5,70, fechando o dia em R$ 5,66, o maior valor em dois anos e meio. A alta refletiu críticas recentes de Lula ao Banco Central e ao seu atual presidente, Roberto Campos Neto. As altas fizeram Haddad e Lula reagir, convocando as reuniões. O presidente, em entrevista na terça-feira (2), chegou a afirmar que existia um “jogo de interesse especulativo” contra o real. Após a reunião com Haddad, Lula participou de anúncio do Plano Safra Agricultura Familiar e . A sinalização de que pretende cumprir as metas fiscais estabelecidas pelo próprio governo foi bem vista pelos investidores, que temem um descontrole nos gastos, com aumento da dívida pública. Fernando Haddad disse que o "compromisso" de Lula como o equilíbrio entre receitas e despesas vai frear a valorização do dólar em relação ao real. “Minha análise é que o câmbio vai acomodar. Tudo que nós estamos fazendo, entregando, e os compromissos do presidente Lula vão fazer o câmbio acomodar”, disse o ministro da Fazenda. O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, fechou em alta de 0,7%. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/apos-altas-seguidas-dolar-cai-quase-2-com-reunioes-de-lula-e-haddad
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