"Aedes do Bem" pode ser criado em casa e vira esperança contra a dengue
Inseto geneticamente modificado ajuda a reduzir o número de fêmeas, que transmitem as doenças
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Breno Beretta
24/02/2024, 23:02 • Atualizado em 25/02/2024, 02:38
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Uma estratégia envolvendo os próprios mosquitos tenta combater as doenças transmitidas pelo aedes aegypti, como a dengue. Apelidado de "aedes do bem", o inseto geneticamente modificado pode ser criado em casa.
Ovos do mosquito modificados são colocados em criadouros com água potável, se desenvolvem e chegam à fase adulta em, no máximo, 14 dias. É quando os chamados "aedes do bem" voam para o ambiente urbano para se acasalar.
O mosquito modificado geneticamente produz o seguinte resultado após o acasalamento: as fêmeas não sobrevivem e apenas os machos chegam à fase adulta e herdam as mesmas limitações. O objetivo é reduzir o número de fêmeas, que picam e são as verdadeiras transmissoras da dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
A pesquisa de alteração genética é de uma multinacional britânica. Em Campinas, no interior de São Paulo, uma empresa desenvolve caixas com até 400 ovos do mosquito ao custo de R$ 199.
Segundo Luciana Medeiros, bióloga da empresa, não há riscos ao meio ambiente: "o aedes do bem é seguro, não oferece nenhum risco para a saúde animal, humana ou dos recursos naturais".
As caixas já são vendidas em lojas, com autorização da Comissão Técnica Nacional de Niossegurança - a CTNBio.
"Aedes do Bem" pode ser criado em casa e vira esperança contra a dengueInseto geneticamente modificado ajuda a reduzir o número de fêmeas, que transmitem as doençasBrasil2024-02-24T23:02:08.150Z Uma estratégia envolvendo os próprios mosquitos tenta combater as doenças transmitidas pelo aedes aegypti, como a dengue. Apelidado de "aedes do bem", o inseto geneticamente modificado pode ser criado em casa. Ovos do mosquito modificados são colocados em criadouros com água potável, se desenvolvem e chegam à fase adulta em, no máximo, 14 dias. É quando os chamados "aedes do bem" voam para o ambiente urbano para se acasalar. O mosquito modificado geneticamente produz o seguinte resultado após o acasalamento: as fêmeas não sobrevivem e apenas os machos chegam à fase adulta e herdam as mesmas limitações. O objetivo é reduzir o número de fêmeas, que picam e são as verdadeiras transmissoras da dengue, zika, chikungunya e febre amarela. A pesquisa de alteração genética é de uma multinacional britânica. Em Campinas, no interior de São Paulo, uma empresa desenvolve caixas com até 400 ovos do mosquito ao custo de R$ 199. Segundo Luciana Medeiros, bióloga da empresa, não há riscos ao meio ambiente: "o aedes do bem é seguro, não oferece nenhum risco para a saúde animal, humana ou dos recursos naturais". As caixas já são vendidas em lojas, com autorização da Comissão Técnica Nacional de Niossegurança - a CTNBio.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/aedes-do-bem-pode-ser-criado-em-casa-e-vira-esperanca-contra-a-dengue